
Título: Virando o Ipiranga
Autor: Guilherme Purvin
Sinopse: São Paulo sempre esteve presente na obra de Guilherme Purvin. Em “Laboratório de Manipulação” (2017), a cidade aparece, por exemplo, na Vila Pompéia de “Tal neto, tal avô”. Em “Sambas & Polonaises” (2019), no bairro do Para-íso de “Por um prato de barszcz”. Em “Virando o Ipiranga”, o bairro onde Purvin viveu muitos anos está representado na colagem da capa de sua autoria. Nela, o sambista Paulo Vanzolini (que foi diretor do Museu de Zoologia do Ipiranga) está à frente do ator lituano Donatas Banionis (Kris Kelvin no filme Solaris, de Andrei Tarkovski), Dom Pedro I rivaliza com Nacional Kid. Jesus Cristo, rodeado de crianças (imagem da fachada do Educandário Cardeal Motta), parece ceder à força da Santa Rita Lee de Sampa. E a banda do Sargento Pimenta é agora composta por Adoniran Barbosa, o contista Alcântara Machado, Oswald de Andrade e o músico Mário Manga (membro do Premê, banda dos anos 1980 e ipiranguense ilustre). Todos eles no gramado dos jardins da Independência. Ao fundo, o Museu de História da USP. À frente, o poluído Riacho do Ipiranga. E, no alto, discos voadores à espera de quem queira ser abduzido para esta nova viagem literária.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Virando o Ipiranga”, de Guilherme Purvin, publicado pela editora Terra redonda, em 2021 e com 136 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Terra redonda
Páginas: 136
Ano: 2021
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 6586265436
ISBN13: 9786586265439
