
Título: Vítimas perfeitas e a política do apelo
Autor: Mohammed El-Kurd
Sinopse: Nascido em Jerusalém em 1998, Mohammed El-Kurd é poeta, ensaísta e jornalista. Sua escrita une lirismo e contundência política, alcançando leitores em diferentes países e ampliando o debate sobre a causa Palestina. Em 2021, El-Kurd foi nomeado uma das 100 pessoas mais influentes do mundo pela revista TIME. Vítimas perfeitas e a política do apelo é seu segundo livro, lançado originalmente nos Estados Unidos em 2025. Nele, El-Kurd revela a armadilha que impõe aos palestinos a necessidade de provar sua humanidade e de corresponder à imagem da “vítima ideal” — passiva, frágil e indefesa. Ao resistirem e não aceitarem a ocupação nem o próprio extermínio, os palestinos tornam-se vítimas “imperfeitas” aos olhos do mundo e da grande mídia. Com “a irreverência e a ferocidade de um poeta, a audácia de um jornalista, o compromisso de um ativista, a lucidez de um intelectual”, como muito bem descreve Lina Meruane no prefácio à edição brasileira, El-Kurd denuncia a violência colonial e desmonta o discurso que deslegitima quem ousa resistir. Mais do que uma denúncia, Vítimas perfeitas é um chamado à dignidade: um livro que desafia estereótipos e impõe novas formas de olhar para a luta palestina.
Contexto da obra
Nas Ciências Políticas, livros como este costumam dialogar com instituições, ideias e vida pública. “Vítimas perfeitas e a política do apelo”, de Mohammed El-Kurd, publicado pela editora Tabla, em 2025 e com 288 páginas, integra a categoria Livros de Ciências Políticas. Esse enquadramento ajuda o leitor a perceber melhor a natureza analítica da obra e seu lugar no debate político.
Editora: Tabla
Páginas: 288
Ano: 2025
Edição:
Linguagem: pt
ISBN: 9788592632311
ISBN13: 9788592632311
Sobre a editora
Os livros da editora Tabla convidam o leitor a mergulhar em territórios culturais complexos do Oriente Médio e Norte da África, com histórias que transitam entre jornadas pessoais e contextos históricos marcantes. A experiência de leitura costuma alternar entre narrativas densas, como romances que exploram conflitos familiares e políticos, e obras que apresentam reflexões históricas ou visuais, como fotografias e análises críticas. O tom varia do íntimo e emotivo ao didático e investigativo, com ritmo que ora privilegia o diálogo e a memória, ora o relato de eventos e tensões sociais. O catálogo sugere um interesse por personagens que enfrentam desafios relacionados à identidade, migração, tradição e transformação social.
