
Título: Vivendo Sempre
Autor: Chico Xavier
Sinopse: Notícias e confidências de pessoas que desencarnaram, trazendo consolo a seus entes queridos. Comprovando que Deus jamais nos abandona e que, acima da morte, somos herdeiros da imortalidade. Quando as indagações, em torno da morte venham a ferir-te... Quando o futuro se te desenhe, na imaginação, qual escuro despenhadeiro guardando apenas cinzas... Quando a saudade dos entes amados que te antecederam, na Grande Mudança, se te faça lâmina invisível no coração... Quando a incerteza, quanto ao próprio destino, te invada o pensamento... Quando sombras e dúvidas te ameaçarem o raciocínio, abre este livro e informa-te quanto ao conteúdo das páginas que o integram, cujos autores, liberados do Plano Físico, as escreveram, entre esperanças e lágrimas de alegria e reconhecimento. Nestas notícias e confidências, iluminadas de amor, certificar-te-ás de que Deus jamais nos abandona e de que, acima da morte, somos herdeiros da imortalidade, vivendo sempre. Emmanuel (Uberaba, 7 de setembro de 1981)
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Vivendo Sempre”, de Chico Xavier, publicado pela editora IDEAL, em 1981 e com 96 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: IDEAL
Páginas: 96
Ano: 1981
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Ideal costumam explorar trajetórias pessoais marcadas por intensidades emocionais e culturais, especialmente ligadas ao universo do rock e da música alternativa. A leitura frequentemente traz narrativas que combinam relatos biográficos com elementos de memória afetiva, muitas vezes imersas em cenários urbanos e boêmios. Além disso, o catálogo inclui obras que abordam espiritualidade e fé, apresentadas em linguagem acessível e com tom consolador, oferecendo mensagens de esperança e reflexão. Essa diversidade entre o mais narrativo e o mais reflexivo cria um contraste interessante para leitores que buscam tanto histórias de vida quanto textos de inspiração e religiosidade.
