
Título: Você está dodói, vovó?
Autor: Rossella Vittoria Beer
Sinopse: Baseada numa história real, uma avó, em parceria com a neta de 6 anos, relata sua experiência de superação de um câncer e mostra como as crianças são capazes de reagir com tranquilidade e ajudar em situações delicadas, se souberem o que está acontecendo. Explicar para uma criança o que é câncer e os efeitos do seu tratamento não é tarefa fácil, mas necessária quando se trata de alguém próximo. Neste livro, baseado numa história real, vovó Rossella e sua neta Manuela aprendem a lidar com essa e outras questões misturando doses de respeito, amor, risos, lágrimas e criatividade. O resultado é uma história emocionante, que interessa a todos que tiveram suas vidas tocadas por um dodói parecido com esse.
Contexto da obra
Na ficção infantil, livros como este costumam ter um papel importante na aproximação da criança com a leitura. “Você está dodói, vovó?”, de Rossella Vittoria Beer, publicado pela editora Editora Terceiro Nome, em 2019 e com 40 páginas, integra a categoria Livros de Ficção Infantil. Por isso, o valor do livro costuma aparecer tanto na história quanto no vínculo de leitura que ele ajuda a criar.
Editora: Editora Terceiro Nome
Páginas: 40
Ano: 2019
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8578163028
ISBN13: 9788578163020
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,315
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 21,00
- Espessura (cm): 0,10
Sobre a editora
Os livros da editora Editora Terceiro Nome convidam o leitor a um mergulho em narrativas que exploram o Brasil em suas múltiplas dimensões, da cultura regional às trajetórias individuais. O catálogo privilegia abordagens que mesclam ensaio, história e literatura, com um olhar atento a personagens reais e contextos sociais complexos. A linguagem costuma variar entre o didático e o mais narrativo, com obras que vão do relato histórico detalhado a textos que trazem um tom mais intimista e até poético. O leitor encontra também temas que discutem questões sociais contemporâneas, como o impacto das drogas e a marginalização, sempre com um enfoque que privilegia a análise e a reflexão. Essa diversidade sugere uma editora que não se limita a um único gênero, mas mantém uma coerência na escolha de temas que dialogam com a cultura e a memória brasileiras.
