
Título: Você não deveria ter feito isso : contos.
Autor: Marcos Vinhal Campos
Sinopse: Você não deveria ter feito isso é uma coletânea de quarenta contos escritos ao longo de trinta anos. A leitura desses textos nos leva a conviver com a tragédia, com a comédia em histórias infantis, realistas, surrealistas, policiais, cruéis, doentias , psicóticas ou água com açúcar. Muitas dessas histórias são a reconstrução fantasiosa de fatos que foram divulgados pela imprensa ou vivenciados pelo autor; outras tantas são o puro resultado da invencionice. Alguns desses contos são enriquecidos po r desenhos que, mesmo com o traço simples, conseguem capturar e transmitir ao leitor o ânimo das histórias que ilustram. Não se prendendo à rudeza do método científico e à verdade, este não é um livro de história do Brasil, mesmo nos momentos em que, para contextualizar os incidentes, toma emprestado da história seus fatos e personagens, muitas vezes figuras públicas conhecidas. Esta é uma obra ficcional.
Contexto da obra
Na crítica literária, livros como este costumam ampliar a leitura de autores, obras e tradições. “Você não deveria ter feito isso : contos.”, de Marcos Vinhal Campos, publicado pela editora THESAURUS, em 2011 e com 214 páginas, integra a categoria Livros de Crítica Literária. Na prática, isso ajuda a situar o livro como apoio valioso para quem quer ler obras e autores com mais contexto.
Editora: THESAURUS
Páginas: 214
Ano: 2011
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8564494213
ISBN13: 9788564494213
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,340
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,00
Sobre a editora
Os livros da editora Thesaurus oferecem uma experiência de leitura marcada por uma diversidade que vai do romance psicológico e ficção contemporânea até análises profundas de literatura e estudos acadêmicos. O catálogo sugere um equilíbrio entre obras narrativas que exploram conflitos pessoais e sociais, e textos mais densos, como ensaios filosóficos, históricos e teológicos. Em muitos casos, a linguagem é cuidada, com vocabulário preciso e estrutura que privilegia tanto o aspecto emocional quanto o intelectual, convidando o leitor a reflexões que ultrapassam o texto imediato. A variedade de temas inclui desde questões existenciais e culturais até técnicas específicas, como taquigrafia, e debates sobre política, religião e linguística. Essa amplitude indica um público leitor que valoriza tanto a profundidade conceitual quanto a narrativa envolvente, com obras que podem ser desafiadoras ou acessíveis, dependendo do enfoque.
