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VOLTA DE COLORIDOS BALOES

Título: VOLTA DE COLORIDOS BALOES

Autor: JOSE ARMANDO DA COSTA

Sinopse: Nesta obra, o autor faz uma incursão na seara do seu passado para resgatar sentimentos que foram erodidos há muito pela ação do tempo. Sumário - Apresentação; Por que saí da minha terra?; Recordar é tão bom quanto viver; Rodeios e descaminhos perpassados; Devaneios que se foram com a infância; Perdas irreparáveis; Solidão a dois; O menino de Aniceto; Linha e botões; Salutares interferências e conselhos; Brandura em mim; Acertos extraídos dos desacertos; Devir arrebatador da mocidade; Encanto dos nostálgicos cantos; Divindade musical; Desbotamento da conterraneidade; Esmaecimentos das cicatrizes; Redomatização cultural; Solidariedade na desventura alheia; Indiferentismo diferenciado; Tamanho da boca do povo; Cenários das mais remotas ilusões; Balanços de brincar e voar; Bumba-meu-boi e pastoril; Brinquedos da infância; Criatividade entretecida na diversão; Aulas de ensinar e brincar; Salvação ameaçadora; Ilusões que se foram; Energia superior que vem de onde não se sabe; Sonhos de coloridos multicores; Bibliografia.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “VOLTA DE COLORIDOS BALOES”, de JOSE ARMANDO DA COSTA, em 1969 e com 342 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora:

Páginas: 342

Ano: 1969

Edição:

Linguagem: português

ISBN: 8580680212

ISBN13: 9788580680218

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Jose Armando da Costa oferece uma experiência que mescla clareza e rigor, com um ritmo que varia entre o ensaio científico e a reflexão filosófica. Seus textos costumam explorar temas densos, como a mecânica quântica, o direito disciplinar e a percepção humana, sempre com um estilo direto, porém acessível. Há uma tensão constante entre o que é conhecido e o que desafia a compreensão, que convida o leitor a questionar suas próprias crenças e a natureza da verdade. Em alguns momentos, a prosa se torna mais íntima e nostálgica, resgatando memórias e sentimentos do passado, enquanto em outros se mantém mais objetiva e técnica, especialmente nas obras jurídicas. Essa diversidade cria um contraste interessante que estimula tanto o pensamento crítico quanto a sensibilidade.

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