
Título: Vovó leu Nietzsche
Autor: Antonio Stélio
Sinopse: Aqui o autor leva o leitor por um passeio pelos chamados ditados populares tão a gosto de citações desde os tempos de nossas vovózinhas, e que de alguma maneira tentam ser aforismos na boca do povo. Neste livro o leitor vai se encontrar em esquinas que já conhece, mas vai se surpreender com o novo ornato que o autor da a elas, interpretando aquilo que juga ser um ponto de vista Nietzschiano. "Quem vê cara não vê coração", "Antes só do que mal acompanhado", "O que não me mata me fortalece", "Eles que são brancos que se entendam", "O pior cego e o que não quer ver", "Quem canta seus males espanta" e "Em boca fechada não entra mosquito" são, por exemplo, alguns dos ditos aqui analisados por meio de crônicas sob o toco do filósofo alemão Friedrich Nietzsche, no qual o autor se inspira. Para Antonio Stélio, trata-se uma leitura amena própria para a cabeceira da cama ou qualquer oportunidade de descontração, sem mais preocupações".
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Vovó leu Nietzsche”, de Antonio Stélio, publicado pela editora Livre Expressão, em 2012 e com 112 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Livre Expressão
Páginas: 112
Ano: 2012
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8579843162
ISBN13: 9788579843167
Sobre a editora
Os livros da editora Livre Expressão convidam o leitor a mergulhar em narrativas que exploram tanto o íntimo das relações humanas quanto questões sociais e históricas. O catálogo traz obras que transitam entre relatos pessoais marcados por dilemas emocionais e histórias ambientadas em contextos políticos e culturais, muitas vezes com um tom reflexivo e até didático. A linguagem tende a ser direta, ora com ritmo mais envolvente e dramático, ora com abordagem clara e objetiva, especialmente em textos que dialogam com temas como educação, finanças pessoais e memórias. Essa diversidade sugere um interesse editorial em apresentar vozes que valorizam a experiência humana em suas múltiplas facetas, sem se prender a um único estilo ou gênero.
