
Título: Vow to Hate You: Club Facade
Autor: Kay Riley
Sinopse: My dear runaway wife, Blocking me on everything except this email address does not change the fact that you are still my wife. You ran after the wedding, but you’re home now. Our families expect you to behave as a wife should in this elite world. It’s time to act like you promised you would five years ago. Or do you need a reminder? Your impatient husband, Damian P.S. Don’t think I forgot about how you stole my entire life savings. My dear delusional husband, Isn’t revenge sweet? Our marriage was a business contract to keep both of us happy. You failed to hold up your end, so I took what’s mine. But I know your dirty little secret. How would your father feel if he found out that his upstanding son owned an exclusive club? One with masked dancers, where secret fantasies come true. Better be nice to me, or I might let that secret slip. Hating you lots, Talie P.S. Give me all the reminders you want. Payback is always a game I love playing with you. *This story is an enemies to lovers, marriage of convenience stand alone romance with a splash of dark.*
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Vow to Hate You: Club Facade”, de Kay Riley, publicado pela editora Kindle Edition, em 2025 e com 556 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Kindle Edition
Páginas: 556
Ano: 2025
Edição:
Linguagem: inglês
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Kindle Edition costumam explorar histórias marcadas por relações intensas, conflitos emocionais e personagens que enfrentam dilemas pessoais profundos. O catálogo traz narrativas que transitam entre romances contemporâneos, dramas familiares e suspense, frequentemente com protagonistas que lidam com passados traumáticos ou situações limites. O tom varia do mais sensual e provocativo ao sombrio e tenso, com ritmo que ora acelera em cenas de confronto, ora desacelera para aprofundar emoções. Há obras que abordam temas LGBT, fantasia urbana e até elementos góticos, mostrando certa diversidade dentro de um foco claro em dramas humanos e afetivos.
