
Título: Voy a hablar de Sarah
Autor: Pauline Delabroy-Allarf
Sinopse: Una noche, en una fiesta, dos mujeres se conocen por azar. Una vive su rutina de madre soltera y profesora con una pareja circunstancial. La otra es violinista, excéntrica, sensual y culta. Habla y ríe demasiado. Es Sarah. A partir de entonces se suceden citas improvisadas, almuerzos, conciertos, lecturas, los cuartetos de Beethoven y la primavera en París. Hasta que un día Sarah dice: «Creo que me he enamorado de ti». Y se desata el amour fou, la pasión que quema a cada instante y que, como ocurre con todas las grandes pasiones, no puede acabar bien. Voy a hablar de Sarah es la última gran revelación literaria francesa. Ha ganado importantes premios (estuvo a un paso del Goncourt) y ha sido comparada con Marguerite Duras y Yourcenar con su primera novela, hipnótica y arrasadora, que deja una huella indeleble.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Voy a hablar de Sarah”, de Pauline Delabroy-Allarf, publicado pela editora Lumen, em 2019 e com 118 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Lumen
Páginas: 118
Ano: 2019
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9788426406989
Sobre a editora
Os livros da editora Lúmen costumam explorar narrativas que mesclam espiritualidade, conflitos familiares e jornadas de autoconhecimento, frequentemente ambientadas em contextos históricos ou contemporâneos marcados por desafios pessoais e sociais. A experiência de leitura tende a ser marcada por um tom reflexivo e emocional, com histórias que envolvem segredos, superação e relações humanas complexas. O catálogo indica uma preferência por tramas que abordam temas como reencarnação, mediunidade, e dilemas éticos, sempre com uma linguagem acessível e que convida à reflexão. Há obras que transitam entre o romance, o suspense e o ensaio, mostrando certa diversidade entre narrativas mais ficcionais e outras de cunho mais explicativo ou filosófico.
