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Was bleibt: Erzählung

Título: Was bleibt: Erzählung

Autor: Christa Wolf

Sinopse: Erzählt wird ein Tag im Leben einer Ostberliner Schriftstellerin, deren Wohnung und berufliche Aktivitäten von der Stasi ganz offen observiert werden. Die Erzählung thematisiert die Folgen der Beobachtung, insbesondere die dadurch ausgelösten Gefühle, Selbstbefragungen und Veränderungen im alltäglichen Leben der Frau. Als Ich-Erzählerin befindet sie sich in einem ständigen inneren Monolog, in einer permanenten Selbstprüfung, in der sie sich teilweise in Du, Ich und noch ein Drittes spaltet, ein Verhalten, das durch den düsteren Außendruck verursacht wird. Eines der Ichs repräsentiert die ursprünglich loyale Haltung zum Staat DDR, ein anderes ringt verzweifelt um eine neue Sprache, die authentisch und lebendig die Erfahrungen ausdrücken könnte. Ein Alltag wird erzählt, der keiner mehr ist, wenn die eigene Wohnung in Abwesenheit von Fremden betreten wurde und deutlich sichtbare Spuren davon als Hinweis hinterlassen wurden. Gespräche können innerhalb der Wohnung nur noch geführt werden, wenn der Telefonstecker gezogen ist. Telefonate werden zu einer Farce, die sich nur noch in Codes und Belanglosigkeiten abspielt. Symptome der Angst und Nervosität, wie Unruhe, Schlaflosigkeit, Gewichtsverlust, Haarausfall, durchziehen die Erzählung.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Was bleibt: Erzählung”, de Christa Wolf, publicado pela editora Deutscher Taschenbuch Verlag GmbH & Co., em 1990 e com 107 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Deutscher Taschenbuch Verlag GmbH & Co.

Páginas: 107

Ano: 1990

Edição:

Linguagem: alemão

ISBN: 3423119292

ISBN13: 9783423119290

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Christa Wolf revela uma prosa que oscila entre o íntimo e o coletivo, onde vozes femininas ganham destaque em monólogos densos e reflexivos. A narrativa frequentemente se detém em memórias e fragmentos, criando um ritmo contemplativo que convida o leitor a mergulhar em tensões internas e dilemas morais. Há uma presença constante da história vista sob a perspectiva pessoal, marcada por conflitos como o patriarcado, a guerra e a crise de identidade. A escrita de Wolf pode ser ao mesmo tempo incisiva e delicada, com um foco em personagens que buscam a lucidez em meio a narrativas fragmentadas e lembranças que desafiam a linearidade do tempo. Essa experiência de leitura traz à tona perguntas sobre memória, verdade e a construção do passado.

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