
Título: Was Hitler ILL?: A Final Diagnosis
Autor: Henrik Eberle
Sinopse: Four months after the end of the war, Hitler’s personal physician Theo Morell stated to his fellow prisoner Karl Brandt: “In fact, Hitler was never sick.” Brandt, who had been responsible for the “euthanasia” killings and was thus deeply implicated in the crimes of the Nazi regime, disagreed. He claimed that Morell had “pumped the Führer full of drugs” and was now merely attempting to justify his actions. In his opinion, Morell had turned Hitler into a physical wreck. The image of a decrepit and drug-dependent psychopath in the Reich Chancellery bunker is one of the most enduring myths about Hitler. It provides a simple explanation for his actions: who but a sick man could have ordered the killing of millions of people? Hans-Joachim Neumann and Henrik Eberle study this question and seek answers in the detailed notes and diaries left by Morell, in medical reports, pharmacological analyses and interviews with eye witnesses. Their conclusions are clear and definitive.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Was Hitler ILL?: A Final Diagnosis”, de Henrik Eberle, publicado pela editora Polity, em 2012 e com 300 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Polity
Páginas: 300
Ano: 2012
Edição:
Linguagem: inglês
ISBN: 0745652220
ISBN13: 9780745652221
Sobre a editora
Os livros da editora Polity costumam explorar temas complexos da filosofia, ciências sociais e política, com abordagens que mesclam rigor acadêmico e reflexão crítica. A experiência de leitura é marcada por textos densos, que desafiam o leitor a pensar sobre questões fundamentais como existência, justiça, poder e sociedade contemporânea. O catálogo apresenta obras que dialogam tanto com debates históricos quanto com problemáticas atuais, oferecendo perspectivas que vão do filosófico ao sociológico, sempre com um tom analítico e, por vezes, provocativo. Há títulos que privilegiam a clareza didática, enquanto outros adotam um estilo mais discursivo e experimental, revelando uma diversidade de ritmos e níveis de complexidade.
