
Título: We Never Talk about My Brother
Autor: Peter S. Beagle
Sinopse: Featuring the Locus Award?winning novelette, ?By Moonlight”
The extraordinary stories in this new contemporary fantasy collection show a mature, darker side of the author of The Last Unicorn in modern parables of love, death, and transformation shadowed lightly with melancholy.
The Angel of Death enjoys newfound celebrity while moonlighting as an anchorman on the network news; King Pelles the Sure, the shortsighted ruler of a gentle realm, betrays himself in dreaming of a ?manageable war”; an American librarian discovers that, much to his surprise and sadness, he is also the last living Frenchman; and rivals in a supernatural battle forgo pistols at dawn, choosing instead to duel with dramatic recitations of terrible poetry.
Featuring previously unpublished stories alongside recently published classics, this is a lovely, haunting, and wholly satisfying read.
Contexto da obra
Como livro em inglês, esta obra costuma ganhar também uma camada própria de interesse editorial e linguístico. “We Never Talk about My Brother”, de Peter S. Beagle, publicado pela editora Tachyon Publications, em 2009 e com 219 páginas, integra a categoria Livros em Inglês. Por isso, o interesse da obra tende a se ampliar quando o leitor considera também a relação com a língua em que ela circula.
Editora: Tachyon Publications
Páginas: 219
Ano: 2009-03-15
Edição:
Linguagem: en
ISBN: 189239183X
ISBN13: 9781892391834
Sobre a editora
Os livros da editora Tachyon Publications costumam mergulhar o leitor em universos onde fantasia e realismo se entrelaçam com uma prosa muitas vezes lírica e envolvente. A experiência de leitura varia entre narrativas que evocam mitos clássicos, como histórias de unicórnios e fábulas reinventadas, e tramas sombrias de suspense e horror que exploram o lado obscuro da imaginação. O catálogo sugere uma preferência por contos e novelas que equilibram o fantástico com conflitos humanos profundos, ora com um tom mais onírico e etéreo, ora com uma tensão mais crua e visceral. A diversidade editorial também aparece na presença de histórias que transitam entre o fantástico tradicional e a ficção especulativa contemporânea, com personagens complexos e cenários que vão de mundos mágicos a realidades alternativas inquietantes.
