
Título: We'll Always Have Paris
Autor: Sue Watson
Sinopse: A charming second-chance love story for fans of The Best Exotic Marigold Hotel. Does first love deserve a second chance? During her first week at art college, Rosie Jackson, almost seventeen, locks eyes with the charismatic Peter from across the room of their nude figure drawing class, and the course of her life is changed forever. Now, on the cusp of sixty-five and recently widowed, Rosie is slowly coming to terms with a new future. And after a chance encounter with Peter forty-seven years later, she is brought back to that summer of 1968, when she gave her heart away to love, pain, and loss, and when she dared to dream boldly of a life in Paris. As Rosie and Peter pick up where they had left off, they both begin to wonder what if . . . Told with warmth, wit, and humor, We'll Always Have Paris is a moving and uplifting novel about two people giving love a second chance in later life--the choices they make, the lives they lead, and the love they share.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “We’ll Always Have Paris”, de Sue Watson, publicado pela editora Sphere, em 2017 e com 416 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Sphere
Páginas: 416
Ano: 2017
Edição:
Linguagem: inglês
ISBN: 0751564575
ISBN13: 9780751564570
Sobre a editora
Os livros da editora Sphere costumam conduzir o leitor por tramas onde o suspense e o drama se entrelaçam com personagens complexos e cenários variados, que vão desde a Inglaterra medieval até paisagens contemporâneas urbanas e rurais. A experiência de leitura frequentemente envolve reviravoltas, mistérios não resolvidos e conflitos pessoais intensos, com ritmo que alterna momentos de tensão crescente e pausas para aprofundamento emocional. O catálogo sugere uma predileção por narrativas que exploram relações humanas sob pressão, seja em investigações criminais, dramas históricos ou romances marcados por desafios pessoais. A linguagem tende a ser acessível, com um tom que pode variar do sombrio ao mais leve, dependendo da obra.
