
Título: We're No Angels (Mamet, David)
Autor: David Mamet
Sinopse: With this screenplay David Mamet gives the traditional prison-break story his special blend of gripping suspense, slapdash buffoonery, and ingenious plotting.
Bob, a vicious killer, cheats the electric chair by shooting his way out of the penitentiary, forcing two reluctant convicts to come along. Desperately dodging the cops, Ned and Jim reach a river that runs along the Canadian border. The bridge across it becomes their only hope of reaching safety, but a checkpoint guards the crossing. Mamet builds the tension to the breaking point with a series of sizzling surprises as time and again the escaped jailbirds fail by a hairsbreadth to slip past the guards.
Disguised as priests, Ned and Jim are mistaken for two famous theologians attending the Feast of Our Lady of Sorrows at a local monastery. The wickedly funny Mamet takes his two heroes down a dizzying course of serpentine adventures, demonstrating once again his peerless mastery of the art of cinematic suspense.
Contexto da obra
Como livro em inglês, esta obra costuma ganhar também uma camada própria de interesse editorial e linguístico. “We’re No Angels (Mamet, David)”, de David Mamet, publicado pela editora Grove Press, em 1994 e com 144 páginas, integra a categoria Livros em Inglês. Por isso, o interesse da obra tende a se ampliar quando o leitor considera também a relação com a língua em que ela circula.
Editora: Grove Press
Páginas: 144
Ano: 1994-01-21
Edição: First Edition
Linguagem: en
ISBN: 0802132022
ISBN13: 9780802132024
Sobre a editora
Os livros da editora Grove Press costumam oferecer experiências de leitura marcadas por narrativas densas, muitas vezes com personagens complexos e conflitos morais profundos. O catálogo traz desde histórias que exploram o peso da memória e da culpa em cenários realistas, até obras que se aventuram em territórios do surreal e do fantástico, como o uso do realismo mágico para revelar segredos do passado. Há também uma atenção evidente a temas sociais e políticos, como a luta por liberdade, as tensões raciais e culturais, e os dilemas da identidade, apresentados com um tom que varia entre o trágico, o satírico e o crítico. A linguagem pode ser elaborada e reflexiva, com ritmo que ora é cadenciado e contemplativo, ora rápido e irônico, como em narrativas que misturam humor ácido e suspense.
