
Título: What Are People For?: Essays
Autor: Wendell Berry
Sinopse: Ranging from America’s insatiable consumerism and household economies to literary subjects and America’s attitude toward waste, here Berry gracefully navigates from one topic to the next. He speaks candidly about the ills plaguing America and the growing gap between people and the land. Despite the somber nature of these essays, Berry’s voice and prose provide an underlying sense of faith and hope. He frames his reflections with poetic responsibility, standing up as a firm believer in the power of the human race not only to fix its past mistakes but to build a future that will provide a better life for all.
Contexto da obra
Como livro em inglês, esta obra costuma ganhar também uma camada própria de interesse editorial e linguístico. “What Are People For?: Essays”, de Wendell Berry, publicado pela editora Counterpoint, em 2010 e com 224 páginas, integra a categoria Livros em Inglês. Por isso, o interesse da obra tende a se ampliar quando o leitor considera também a relação com a língua em que ela circula.
Editora: Counterpoint
Páginas: 224
Ano: 2010-05-25
Edição: Second
Linguagem: en
ISBN: 1582434875
ISBN13: 9781582434872
Sobre a editora
Os livros da editora Counterpoint conduzem o leitor por narrativas que exploram a complexidade das relações humanas, ambientais e históricas, muitas vezes com um tom reflexivo e por vezes inquietante. O catálogo privilegia obras que mesclam memórias pessoais, ensaios e ficção com temas como vício, recuperação, ecologia profunda e conflitos familiares. As histórias frequentemente se desenrolam em cenários marcados por tensões culturais e sociais, como comunidades indígenas, ambientes naturais selvagens ou momentos históricos conturbados, criando uma experiência de leitura que é tanto intelectual quanto sensorial. A linguagem varia entre a prosa poética e o estilo investigativo, com ritmo que pode ser tanto meditativo quanto tenso, dependendo do foco narrativo. Em meio a essa diversidade, há um interesse recorrente pela ligação entre o indivíduo e o meio – seja ele natural, social ou psicológico – e pelas consequências dessa conexão para o futuro coletivo.
