
Título: What Do Druids Believe? (What Do We Believe?)
Autor: Philip Carr-Gomm
Sinopse: Druidism evolved out of the tribal cultures of Britain, Ireland, and western France more than 2,000 years ago. In the 17th century it experienced a revival, which has continued to this day. Contemporary Druids can now be found all over the world, and Druidry’s appeal lies in its focus on a reverence for the natural world and its belief in the value of personal creativity, and of developing a sense of communion with the powers of nature and the spirit. Druidry’s startling recent growth lies in its broad appeal: some treat it as a philosophy, others as a religion, still others as a path of self-development. Druids can be Pagan, or can be followers of other faiths, and a Druid ceremony might include Christian and Buddhist Druids alongside Pagan and Wiccan Druids.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “What Do Druids Believe? (What Do We Believe?)”, de Philip Carr-Gomm, publicado pela editora Granta Books, em 2006 e com 101 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Granta Books
Páginas: 101
Ano: 2006
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9781862078642
Sobre a editora
Os livros da editora Granta Books oferecem uma experiência de leitura que mistura profundidade emocional e análise crítica, com narrativas que exploram desde conflitos íntimos até contextos históricos amplos. Muitas obras apresentam personagens em situações de tensão entre desejo e dever, como mães divididas entre trabalho e família ou jovens enfrentando escândalos que os levam a novas consciências. O catálogo privilegia histórias que combinam um tom por vezes irônico e até negro, com uma escrita que pode ser tanto comovente quanto instigante. Além disso, há textos que se aprofundam em temas sociais e científicos, como epidemias, sexualidade, memória e inteligência animal, mostrando uma diversidade que vai do romance à não-ficção reflexiva.
