
Título: What Nietzsche Really Said
Autor: Robert C. Solomon
Sinopse: What Nietzsche Really Said gives us a lucid overview -- both informative and entertaining -- of perhaps the most widely read and least understood philosopher in history. Friedrich Nietzsche's aggressive independence, flamboyance, sarcasm, and celebration of strength have struck responsive chords in contemporary culture. More people than ever are reading and discussing his writings. But Nietzsche's ideas are often overshadowed by the myths and rumors that surround his sex life, his politics, and his sanity. In this lively and comprehensive analysis, Nietzsche scholars Robert C. Solomon and Kathleen M. Higgins get to the heart of Nietzsche's philosophy, from his ideas on "the will to power" to his attack on religion and morality and his infamous Übermensch (superman). What Nietzsche Really Said offers both guidelines and insights for reading and understanding this controversial thinker. Written with sophistication and wit, this book provides an excellent summary of the life and work of one of history's most provocative philosophers.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “What Nietzsche Really Said”, de Robert C. Solomon, publicado pela editora Schocken, em 2001 e com 290 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Schocken
Páginas: 290
Ano: 2001
Edição:
Linguagem: en
ISBN: 0805210946
ISBN13: 9780805210941
Sobre a editora
Os livros da editora Schocken costumam oferecer uma experiência de leitura marcada por textos densos e reflexivos, que transitam entre memórias pessoais, ensaios históricos e narrativas existenciais. O catálogo privilegia obras que exploram conflitos profundos, como a luta contra regimes totalitários, crises de identidade cultural e dilemas éticos, frequentemente ambientados em contextos históricos complexos, como o Holocausto, o Oriente Médio contemporâneo e o universo judaico. A linguagem tende a ser precisa e cuidadosa, com um tom que varia do intimista ao analítico, convidando o leitor a refletir sobre temas como memória, identidade, autoridade e espiritualidade. Entre os livros, há desde relatos autobiográficos até diálogos filosóficos, o que sugere um equilíbrio entre narrativas mais narrativas e outras mais informativas e interpretativas.
