
Título: What the Stones Remember
Autor: Patrick Lane
Sinopse: In this exquisitely written memoir, poet Patrick Lane describes his raw and tender emergence at age sixty from a lifetime of alcohol and drug addiction. He spent the first year of his sobriety close to home, tending his garden, where he cast his mind back over his life, searching for the memories he'd tried to drown in vodka. Lane has gardened for as long as he can remember, and his garden's life has become inseparable from his own. A new bloom on a plant, a skirmish among the birds, the way a tree bends in the wind, and the slow, measured change of seasons invariably bring to his mind an episode from his eventful past. What the Stones Remember is the emerging chronicle of Lane's attempt to face those memories, as well as his new selfto rediscover his life. In this powerful and beautifully written book, Lane offers readers an unflinching and unsentimental account of coming to one's senses in the presence of nature.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “What the Stones Remember”, de Patrick Lane, publicado pela editora Shambhala Publications, em 2006 e com 336 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Shambhala Publications
Páginas: 336
Ano: 2006
Edição:
Linguagem: English
ISBN: 083482695X
ISBN13: 9780834826953
Sobre a editora
Os livros da editora Shambhala Publications costumam oferecer uma experiência de leitura que mistura espiritualidade prática com reflexão profunda sobre o ser humano e seu lugar no mundo. O catálogo apresenta obras que exploram tradições orientais, especialmente o budismo tibetano, com textos que vão desde comentários meditativos até relatos de vivências em contextos culturais remotos. Há também publicações que dialogam com a psicologia ocidental e a ecologia, trazendo uma abordagem integrativa e contemporânea. A linguagem varia entre o didático e o poético, com um ritmo que pode ser tanto contemplativo quanto instigante, dependendo do tema. As sinopses sugerem um interesse por temas como autoconhecimento, ética, práticas meditativas e a relação do indivíduo com a natureza e a sociedade.
