
Título: Which Way to Die?
Autor: Ellery Queen
Sinopse: Tim Corrigan and Chuck Baer risk their necks to protect a pair of brilliant killers When Chuck Baer and Tim Corrigan fought in Korea, they were known as the Deadly Duo. Now that theyre back in New York, Baer is working as a private eye and Corrigan is the only cop in the NYPD tough enough to wear an eye patch. Theyre a long way from the army, but this duo never stopped being deadly. Some 4 years ago, Corrigan had arrested Gerard Alstrom and Frank Grant, a pair of Columbia University freshmen who thought they were smart enough to commit the perfect murder. When a Miranda violation voids the killers conviction, its even money as to who will kill them 1st: the mob boss father of the girl they slaughtered, or her football star boyfriend. Corrigan is assigned to protect the bloodthirsty geniuses, whose sky-high IQs cant save them from a bullet to the brain.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Which Way to Die?”, de Ellery Queen, publicado pela editora Open Road Media, em 2015 e com 158 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Open Road Media
Páginas: 158
Ano: 2015
Edição:
Linguagem: English
ISBN: 1504019946
ISBN13: 9781504019941
Sobre a editora
Os livros da editora Open Road Media oferecem uma experiência de leitura marcada pela diversidade temática e narrativa, transitando entre histórias de suspense, fantasia e relatos históricos. O catálogo privilegia tramas densas, muitas vezes com personagens que enfrentam dilemas morais ou situações extremas, como guerras, crimes complexos e conflitos pessoais profundos. Há obras com ritmo intenso e tensão crescente, enquanto outras exploram atmosferas mais sombrias e reflexivas, como em contos de fantasia adulta ou mistérios psicológicos. O material de apresentação indica ainda um interesse por narrativas que mesclam elementos históricos e ficcionais, ampliando o escopo cultural e temporal das obras.
