
Título: Why Beautiful People Have More Daughters
Autor: Alan S. Miller
Sinopse: A lively and provocative look at how evolution shapes our behavior and our lives. Contrary to conventional wisdom, our brains and bodies are hardwired to carry out an evolutionary mission that determines much of what we do, from life plans to everyday decisions. With an accessible tone and a healthy disregard for political correctness, this lively and eminently readable book popularizes the latest research in a cutting- edge field of study-one that turns much of what we thought we knew about human nature upside-down. Every time we fall in love, fight with our spouse, enjoy watching a favorite TV show, or feel scared--walking alone at night, we are in part behaving as a human animal with its own unique nature-a nature that essentially stopped evolving 10,000 years ago. Alan S. Miller and Satoshi Kanazawa re-examine some of the most popular and controversial topics of modern life-and shed a whole new light on why we do the things we do. Reader beware: You may never look at human nature the same way again.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Why Beautiful People Have More Daughters”, de Alan S. Miller, publicado pela editora Hardcover, em 2007 e com 272 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Hardcover
Páginas: 272
Ano: 2007
Edição:
Linguagem: inglês
ISBN: 0399533656
ISBN13: 9780399533655
Sobre a editora
Os livros da editora Hardcover apresentam uma variedade de narrativas que transitam entre o suspense político intenso e aventuras pessoais marcadas por conflitos internos e externos. A experiência de leitura frequentemente envolve personagens que enfrentam dilemas morais e situações-limite, como perseguições, segredos do passado e desafios sociais, tudo isso ambientado em cenários que vão de contextos históricos a realidades contemporâneas e até futuristas. O tom oscila entre o dramático e o reflexivo, com ritmo que pode ser tanto acelerado e tenso quanto mais contemplativo e descritivo, dependendo da obra. O catálogo sugere uma preferência por histórias que exploram relações humanas complexas, seja em ambientes urbanos, históricos ou fantásticos, e que valorizam a construção detalhada de personagens e atmosferas.
