
Título: Why Does the World Exist?: An Existential Detective Story
Autor: Jim Holt
Sinopse: Whether framed philosophically as “Why is there a world rather than nothing at all?” or more colloquially as “But, Mommy, who made God?” the metaphysical mystery about how we came into existence remains the most fractious and fascinating question of all time. Following in the footsteps of Christopher Hitchens, Roger Penrose, and even Stephen Hawking, Jim Holt emerges with an engrossing narrative that traces our latest efforts to grasp the origins of the universe. As he takes on the role of cosmological detective, the brilliant yet slyly humorous Holt contends that we might have been too narrow in limiting our suspects to God vs. the Big Bang. Whether interviewing a cranky Oxford philosopher, a Physics Nobel Laureate, or a French Buddhist monk, Holt pursues unexplored and often bizarre angles to this cosmic puzzle. The result is a brilliant synthesis of cosmology, mathematics, and physics—one that propels his own work to the level of philosophy itself.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Why Does the World Exist?: An Existential Detective Story”, de Jim Holt, publicado pela editora Liveright, em 2012 e com 320 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Liveright
Páginas: 320
Ano: 2012
Edição:
Linguagem: inglês
ISBN: 0871404095
ISBN13: 9780871404091
Sobre a editora
Os livros da editora Liveright costumam oferecer experiências de leitura densas, que transitam entre narrativas históricas profundas e ficções com ambientações ricas e atmosféricas. O catálogo apresenta obras que exploram desde realidades sociais contemporâneas até reconstruções detalhadas de épocas passadas, com uma linguagem que pode variar entre o lírico e o direto, mas sempre com atenção à complexidade dos personagens e contextos. Há uma frequência em temas como transformações culturais, crises pessoais e coletivas, e o impacto da história na vida individual. O ritmo das obras pode oscilar entre o contemplativo e o intenso, com vozes narrativas que ora se aprofundam em reflexões, ora se lançam em tramas de tensão e conflito.
