
Título: Why I Am Not Going to Buy a Computer: Essays
Autor: Wendell Berry
Sinopse: “A number of people, by now, have told me that I could greatly improve things by buying a computer. My answer is that I am not going to do it. I have several reasons, and they are good ones.”
First published in Harper’s magazine in the late 1980s, Wendell Berry’s “Why I Am Not Going to Buy a Computer” challenges the idea circulating then (and now) that our advanced technological age is a good thing. The volume of reader response to his essay far exceeded any the magazine had seen before. Berry answered his critics with the longer essay "Feminism, the Body, and the Machine” which is included here in this slim volume.
Each palm-size book in the Counterpoints series is meant to stay with you, whether safely in your pocket or long after you turn the last page. From short stories to essays to poems, these little books celebrate our most-beloved writers, whose work encapsulates the spirit of Counterpoint Press: cutting-edge, wide-ranging, and independent.
Contexto da obra
Como livro em inglês, esta obra costuma ganhar também uma camada própria de interesse editorial e linguístico. “Why I Am Not Going to Buy a Computer: Essays”, de Wendell Berry, publicado pela editora Counterpoint, em 2021 e com 80 páginas, integra a categoria Livros em Inglês. Por isso, o interesse da obra tende a se ampliar quando o leitor considera também a relação com a língua em que ela circula.
Editora: Counterpoint
Páginas: 80
Ano: 2021-02-09
Edição:
Linguagem: en
ISBN: 1640094571
ISBN13: 9781640094574
Sobre a editora
Os livros da editora Counterpoint conduzem o leitor por narrativas que exploram a complexidade das relações humanas, ambientais e históricas, muitas vezes com um tom reflexivo e por vezes inquietante. O catálogo privilegia obras que mesclam memórias pessoais, ensaios e ficção com temas como vício, recuperação, ecologia profunda e conflitos familiares. As histórias frequentemente se desenrolam em cenários marcados por tensões culturais e sociais, como comunidades indígenas, ambientes naturais selvagens ou momentos históricos conturbados, criando uma experiência de leitura que é tanto intelectual quanto sensorial. A linguagem varia entre a prosa poética e o estilo investigativo, com ritmo que pode ser tanto meditativo quanto tenso, dependendo do foco narrativo. Em meio a essa diversidade, há um interesse recorrente pela ligação entre o indivíduo e o meio – seja ele natural, social ou psicológico – e pelas consequências dessa conexão para o futuro coletivo.
