
Título: Wild Child: The Wylde Ones MC
Autor: Naomi West
Sinopse: WHAT DO I WANT? A BABY. WHEN DO I WANT IT? RIGHT F***ING NOW. She’s the teacher, but I’m the one about to teach her a lesson: Never deny me what I want. So when I say I want her to bear my baby, there’s only one answer I want to hear: “Yes, Mr. Wylde.” I’m the president of the Wylde Ones MC, but it isn’t enough to have my name on the club. I won’t be president forever. And when I go, I want an heir to my throne. I could wait and let fate dictate who that heir will be. But I’ve never been one to leave things to chance. I’ve made up my mind. This is what’s going to happen: I’m going to have Lena. And Lena’s going to have my baby. No matter what denials come from those pretty pink lips. No matter how much she moans or protests. I’m going to show her she needs my body just as much as I need hers. But I can’t forget that she’s just a tool. A means to an end. I refuse to let myself get tangled up in the process. This is strictly a business transaction. And I intend to transact with Lena again, and again, and again…
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Wild Child: The Wylde Ones MC”, de Naomi West, publicado pela editora Kindle Edition, em 2018 e com 755 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Kindle Edition
Páginas: 755
Ano: 2018
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Kindle Edition costumam explorar histórias marcadas por relações intensas, conflitos emocionais e personagens que enfrentam dilemas pessoais profundos. O catálogo traz narrativas que transitam entre romances contemporâneos, dramas familiares e suspense, frequentemente com protagonistas que lidam com passados traumáticos ou situações limites. O tom varia do mais sensual e provocativo ao sombrio e tenso, com ritmo que ora acelera em cenas de confronto, ora desacelera para aprofundar emoções. Há obras que abordam temas LGBT, fantasia urbana e até elementos góticos, mostrando certa diversidade dentro de um foco claro em dramas humanos e afetivos.
