
Título: Witchstruck: Tudor Witch, Book 1
Autor: Victoria Lamb
Sinopse: Meg Lytton has always known of her dark and powerful gift. Raised a student of the old magick by her Aunt Jane, casting the circle to see visions of the future and concocting spells from herbs and bones has always been as natural to Meg as breathing. But there has never been a more dangerous time to practise the craft, for it is 1554, and the sentence for any woman branded a witch is hanging, or burning at the stake. Sent to the ruined, isolated palace of Woodstock to serve the disgraced Elizabeth, daughter of Henry VIII and half-sister of Queen Mary, Meg discovers her skills are of interest to the outcast princess, who is desperate to know if she will ever claim the throne. But Meg's existence becomes more dangerous every day, with the constant threat of exposure by the ruthless witchfinder Marcus Dent, and the arrival of a young Spanish priest, Alejandro de Castillo, to whom Meg is irresistibly drawn - despite their very different attitudes to her secret.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Witchstruck: Tudor Witch, Book 1”, de Victoria Lamb, publicado pela editora Corgi Childrens, em 2012 e com 368 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Corgi Childrens
Páginas: 368
Ano: 2012
Edição:
Linguagem: inglês
ISBN:
ISBN13: 9780552566117
Sobre a editora
Os livros da editora Corgi Childrens apresentam uma variedade de narrativas que transitam entre o fantástico e o realista, com personagens jovens enfrentando desafios pessoais e sociais intensos. O catálogo sugere um interesse por histórias que misturam aventura e fantasia, mas também dramas contemporâneos, como relações familiares e dilemas internos, sempre com um tom que pode variar do suspense à leveza emocional. Há obras que exploram mundos distópicos e cenários de conflito, enquanto outras focam em questões do cotidiano juvenil, com ritmo que ora acelera em tensão, ora desacelera para introspecção. Essa diversidade cria um ambiente de leitura onde o leitor pode tanto se perder em universos imaginativos quanto se reconhecer em histórias mais próximas da realidade.
