
Título: Wittgenstein e os Limites da Linguagem
Autor: Pierre Hadot
Sinopse: Pierre Hadot, grande especialista em filosofia antiga, foi também um dos primeiros, na França, a escrever sobre Wittgenstein, então desconhecido, numa série de artigos publicados de 1959 a 1962. Lendo-os hoje, percebe-se uma dimensão original da filosofia de Wittgenstein. Os dois primeiros textos, dedicados ao Tractatus Logico-Philosophicus, são uma reflexão radical sobre o inefável e os limites da linguagem. Os outros dois, que têm por objeto as Investigações Filosóficas, deixam entrever a influência decisiva que a concepção revolucionária de linguagem expressa nesta obra teve sobre Hadot; as noções de jogo de linguagem e de forma de vida levaram-no a refletir sobre a natureza do discurso filosófico: não existe "a" linguagem, que teria por função designar os objetos ou traduzir os pensamentos, mas apenas jogos de linguagem, destinados, entre outras coisas, a produzir um efeito sobre o ouvinte. A linguagem filosófica deverá, portanto, ser compreendida na perspectiva de uma atividade determinada e como um "exercício espiritual".
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Wittgenstein e os Limites da Linguagem”, de Pierre Hadot, publicado pela editora É Realizações, em 2014 e com 112 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: É Realizações
Páginas: 112
Ano: 2014
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13: 9788580331653
Sobre a editora
Os livros da editora É realizações convidam o leitor a um percurso que combina reflexão filosófica, teológica e literária, com atenção a temas como espiritualidade, política, cultura e linguagem. A experiência de leitura costuma ser densa, com textos que dialogam com tradições intelectuais complexas e que exploram desde a relação entre filosofia e literatura até a análise crítica de questões sociais e existenciais. O catálogo apresenta obras que mesclam abordagens conceituais rigorosas e narrativas de formação pessoal, oferecendo tanto ensaios aprofundados quanto relatos autobiográficos e estudos históricos. O tom varia entre o analítico e o meditativo, com frequência marcado por um ritmo que exige atenção e envolvimento crítico.
