
Título: Wolves Eat Dogs
Autor: Martin Cruz Smith
Sinopse: Chernobyl: the Zone of Exclusion. A ghostly place, deserted and forgotten for almost two decades; now inhabited by militia, shady scavengers, a few reckless scientists, and some elderly Ukrainian peasants... This is the eerie and dangerous world Inspector Arkady Renko must navigate it he is to find out the truth behind the death of one of Russia's richest oligarchs. Pasha Ivanov has been found dead on the pavement outside his luxury high-rise apartment in Moscow. It seems like a straightforward suicide, but Renko, never one to take evidence at face value, refuses to drop the case, and there is something puzzling him: a mountain of salt round in Ivanov's wardrobe... Determined to look deeper into the circumstances of Ivanov's demise, he acquaints himself with this wealthy businessman's powerful and corrupt circle, until his investigations lead him to Chernobyl's notorious Zone of Exclusion, where the body of Lev Timofeyev, Ivanov's former research partner, has been discovered in a contaminated cemetery... Masterfully crafted and told with extraordinary insight and imaginative breadth, the bestselling author of Gorky Park brings us Renko's most beguiling and unusual adventure to date.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Wolves Eat Dogs”, de Martin Cruz Smith, publicado pela editora Simon & Schuster, em 2004 e com 352 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Simon & Schuster
Páginas: 352
Ano: 2004
Edição:
Linguagem: inglês
ISBN: 0684872544
ISBN13: 9780684872544
Sobre a editora
Os livros da editora Simon & Schuster revelam uma variedade notável de estilos e temas, transitando entre narrativas ficcionais e obras de não-ficção com forte apelo biográfico e histórico. O catálogo privilegia histórias que exploram transformações pessoais, desafios sociais e momentos decisivos da história, com uma linguagem que ora é densa e reflexiva, ora mais acessível e envolvente. Há uma presença marcante de relatos de jornadas, sejam elas físicas, emocionais ou intelectuais, que convidam o leitor a acompanhar personagens em processos de autodescoberta, superação ou investigação. O tom varia do íntimo e pessoal ao crítico e analítico, com textos que abordam desde conflitos internos até grandes eventos políticos e culturais.
