
Título: X-Men: A Era do Apocalipse: Volume 5
Sinopse: Aclamada pela crítica e pelos fãs, a saga que abalou profundamente o universo mutante é finalmente publicada na íntegra e em ordem cronológica nesta coleção em seis volumes! A Era do Apocalipse aponta para seu momento decisivo, quando importantes revelações vêm à tona e escolhas que afetam tanto os humanos quanto os mutantes devem ser feitas com urgência! Mas, será que é possível alterar aquilo que pode muito bem ser imutável? Nesta batalha contra o tempo, a sombra do Apocalipse se projeta em todos os cantos e escapar de seu alcance parece improvável. Este volume reúne as edições Generation Next 3-4, X-Man 3-4, The Antonishing X-Men 4, X-Calibre 4, Factor X 4, Gambit and the X-Ternals 4, The Amazing X-Men 4 e Weapon X 4.
Contexto da obra
Nos mangás, HQs e quadrinhos, o contexto do livro costuma nascer do encontro entre imagem, ritmo e narrativa. “X-Men: A Era do Apocalipse: Volume 5”, de Scott Lobdell, Jeph Loeb, Warren Ellis, John Francis Moore, Fabian Nicieza, Larry Hama, Chris Bachalo, Steve Skroce, Joe Madureira, Ken Lashley, Steve Epting, Terry Dodson, Salvador Larocca, Andy Kubert, Adam Kubert, publicado pela editora Panini Comics, em 2012 e com 250 páginas, integra a categoria Mangás, Hqs e Quadrinhos. Na prática, isso ajuda a perceber melhor o papel da linguagem visual na experiência do livro.
Editora: Panini Comics
Páginas: 250
Ano: 2012
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9788565484176
Sobre a editora
Os livros da editora Panini Comics trazem histórias que transitam entre o heroísmo clássico e conflitos contemporâneos, com foco em personagens icônicos enfrentando desafios pessoais e ameaças globais. A leitura costuma envolver narrativas de ação com ritmo dinâmico, muitas vezes ambientadas em cidades modernas ou cenários cósmicos, onde alianças e rivalidades se desenrolam com tensão constante. O catálogo apresenta uma predominância de quadrinhos no formato americano, frequentemente combinando elementos de suspense, batalhas épicas e dilemas morais. Há obras que privilegiam o desenvolvimento de grupos e equipes, enquanto outras exploram confrontos mais individuais e introspectivos, criando um equilíbrio entre histórias mais narrativas e outras com tom mais direto e visual.
