
Título: Yo Era Un Dragon
Autor: Ana Maria Machado
Sinopse: Título Original: Eu era um dragão. Ana Maria Machado, que derrocha sensibilidad, humor, poesía e imaginación, cuenta en este texto dirigido a quienes se inician en la lectura la historia de Marco, un héroe de capa y espada que lleva a sus amigas a que conozcan un reino misterioso, donde se transmutan en reinas, princesas y en un dragón terrorífico que termina convirtiéndose a su vez en un perro, al que le entusiasma el pastel de chocolate… Un título que glosa magistralmente los milagros de lo que es capaz la imaginación infantil con la sensibilidad de una gran escritora. Las de ilustraciones de Marilda Castanha, de gran belleza y expresividad, complementan y perfilan un título que hará las delicias de los lectores más pequeños.
Contexto da obra
Na ficção infantil, livros como este costumam ter um papel importante na aproximação da criança com a leitura. “Yo Era Un Dragon”, de Ana Maria Machado, publicado pela editora Global Editora, em 2004 e com 16 páginas, integra a categoria Livros de Ficção Infantil. Por isso, o valor do livro costuma aparecer tanto na história quanto no vínculo de leitura que ele ajuda a criar.
Editora: Global Editora
Páginas: 16
Ano: 2004
Edição: unknown
Linguagem: ESPANHOL
ISBN: 8526008137
ISBN13: 9788526008137
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,080
- Altura (cm): 26,00
- Largura (cm): 18,00
- Espessura (cm): 0,10
Sobre a editora
Os livros da editora Global Editora apresentam uma diversidade que vai do resgate da literatura oral e folclórica brasileira a narrativas que exploram a complexidade das relações humanas e sociais. O catálogo traz desde histórias infantis que estimulam a imaginação e o aprendizado, com vocabulário acessível e ilustrações cuidadosas, até textos que abordam temas densos como o horror do fascismo e a luta pela memória histórica. A linguagem varia entre o poético e o didático, com obras que dialogam tanto com o público jovem quanto com leitores interessados em antropologia, educação e literatura crítica. Essa pluralidade cria um ritmo editorial que ora convida à fantasia e ao encantamento, ora instiga reflexões profundas sobre identidade, cultura e convivência.
