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You Should Have Seen Her

Título: You Should Have Seen Her

Autor: Amy Cross

Sinopse: Charlotte Hopkins knows that the offer is too good to be true. A room in one of London's most prestigious houses should cost way more than a hundred pounds a month. But the landlady, Diana, seems so nice and friendly, and Charlotte's desperate to stop sleeping on her friend's sofa, so she decides to take the risk. After all, even if there's a catch, how bad can it be?Soon, Charlotte finds herself drawn into the increasingly terrifying world of Diana Cassadine and her twisted family. One year ago, the room's previous occupant - a girl named Katie Leith - died in mysterious circumstances in the street outside the house. On that night, a haunting cry rang through the night air: "You should have seen her!"What really happened to Katie? Are Diana and her family right when they claim that the dead girl's ghost now haunts the house? And how far will they go to contact her spirit and prove that they never meant to hurt her? On one particularly terrifying night, Charlotte Hopkins is going to discover the depths of the family's depravity. Can she survive their clutches? And even if she does, will the ghost of Katie Leith come looking for revenge

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “You Should Have Seen Her”, de Amy Cross, publicado pela editora nao informado, em 2020 e com 320 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: nao informado

Páginas: 320

Ano: 2020

Edição:

Linguagem:

ISBN:

ISBN13:

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Amy Cross mergulha o leitor em atmosferas densas, onde o sobrenatural se mistura à tensão psicológica e ao mistério. A narrativa frequentemente alterna entre o íntimo e o externo, apresentando personagens que enfrentam forças obscuras enquanto lidam com suas próprias dúvidas e medos. O ritmo varia entre momentos de suspense crescente e pausas para revelações que aprofundam o drama pessoal, mantendo o leitor em constante expectativa. A prosa é direta, com descrições que evocam imagens vívidas de ambientes sombrios e situações inquietantes, sem perder o foco na construção emocional dos protagonistas. Essa combinação cria uma experiência que desafia o leitor a refletir sobre o impacto do passado e do desconhecido na vida cotidiana.

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