
Título: Z.É.: Zenas Escrevinhadas
Autor: Fernando Caruso
Sinopse: Era inevitável que o fantástico sucesso de "Z.É. - Zenas Emprovisadas", em cartaz desde 2003, transbordasse para um livro. "Uma das coisas mais extraordinárias em teatro que eu já vi em minha vida" (Fernanda Torres); "Um irresistível show de interpretação, presença de espírito. rapidez de raciocínio e, sobretudo, talento para o humor" (Zuenir Ventura); "O que eles fazem é incrível" (Domingos Oliveira) - essas são umas poucas dentre as muitíssimas reações delirantes que o "Z.É." mereceu de gente que entende do riscado. Agora, esta primeira compilação de esquetes do espetáculo, organizada por Bernardo Jablonski, lhe dá a oportunidade de conferir se todo esse deslumbramento suspeito é mesmo sincero e tentar imaginar quantos milhões Fernando Caruso, o autor das 35 cenas aqui reunidas, terá pago por cada elogio.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Z.É.: Zenas Escrevinhadas”, de Fernando Caruso, publicado pela editora Caravansarai, em 2011 e com 200 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Caravansarai
Páginas: 200
Ano: 2011
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8589862534
ISBN13: 9788589862530
Sobre a editora
Os livros da editora Caravansarai costumam oferecer uma experiência de leitura marcada por narrativas que exploram o tempo e a memória, muitas vezes com tramas que se entrelaçam entre passado e presente. As histórias apresentam personagens complexos, cujos dramas pessoais se revelam em contextos históricos ou sociais específicos, criando um clima de tensão e mistério que se mantém até o final. O catálogo inclui obras que transitam entre o romance e a crônica, com linguagem que varia do poético ao coloquial, e que privilegiam um ritmo que convida à reflexão. Além disso, há espaço para textos que mesclam o real e o místico, sugerindo uma abordagem que não se prende a uma única forma narrativa.
