
Título: Zagor 165 - O ÚLTIMO ATO / A REVOLTA
Autor: Cadastro de autores
Sinopse: O diabólico Mortimer mantém Chico e Virgínia prisioneiros em um velho cárcere abandonado. Zagor tenta estragar os planos do bandido penetrando na fortaleza, antes que acabe envolvido na armadilha que lhe foi armada. No dramático final, o Espírito da Machadinha e o gênio do crime vão se encontrar frente a frente, personificando o último ato de Mortimer. Na prisão de Hellgate, estoura a revolta! Os detentos matam grande parte dos guardas e tomam outras pessoas como reféns, entre elas o diretor da penitenciária e a filha de um general do Exército que casualmente visitava a cadeia. As autoridades rejeitam qualquer negociação com o chefe dos rebeldes, o impiedoso Legião, e, em uma tentativa extrema de salvar a vida dos escudos humanos, Zagor consegue pular os muros do presídio para agir dentro do Inferno dos Vivos.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Zagor 165 – O ÚLTIMO ATO / A REVOLTA”, de Cadastro de autores, publicado pela editora Mythos Editora, em 2016 e com 200 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Mythos Editora
Páginas: 200
Ano: 2016
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
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Sobre a editora
Os livros da editora MYTHOS EDITORA trazem uma experiência de leitura marcada por narrativas que transitam entre o suspense, a aventura e o mistério, com forte presença do universo dos quadrinhos, HQs e mangás. O catálogo sugere uma preferência por histórias ambientadas em cenários históricos ou fantásticos, como o Velho Oeste americano, territórios indígenas e mundos alternativos, onde conflitos entre personagens e grupos se desenrolam com ritmo dinâmico e tensão constante. Embora haja uma predominância de tramas narrativas, o material também inclui relatos verídicos e temáticas ufológicas, que conferem um tom investigativo e documental em algumas obras. A linguagem tende a ser direta, com foco em ação e desenvolvimento de personagens em contextos de confrontos, seja contra forças sobrenaturais, criminosos ou dilemas pessoais.
