
Título: Zarp Vai Lá Longe
Autor: Dionisio Jacob
Sinopse: Os Zarps são uma gente antiga e muito simpática, de origem absolutamente desconhecida, que habita a aldeia Zarp, situada numa região montanhosa que ninguém sabe ao certo onde fica. Na aldeia Zarp, todos se chamam Zarp. E, no entanto, cada Zarp é uma pessoa totalmente única e diferente: não existem dois Zarps absolutamente iguais. Além de todo mundo se chamar Zarp naquela aldeia repleta de morros, todos, sem exceção, usam uma mesma roupa: a túnica Zarp. É uma peça única que vai da canela até a cabeça, terminando num gorro, fabricada com um tecido sem igual em todo o mundo. Um dia, Zarp acordou com uma vontade muito grande de viajar. Assim mesmo, sem mais, nem menos. Levantou-se, olhou pela janela e sentiu um desejo irresistível de sair pelo mundo. Desejo estranho para um Zarp, pois todos eles gostam muito de sua aldeia. Ele queria ir lá longe, mas onde é lá longe?
Contexto da obra
Na ficção infantil, livros como este costumam ter um papel importante na aproximação da criança com a leitura. “Zarp Vai Lá Longe”, de Dionisio Jacob, publicado pela editora Global Editora, em 2010 e com 48 páginas, integra a categoria Livros de Ficção Infantil. Por isso, o valor do livro costuma aparecer tanto na história quanto no vínculo de leitura que ele ajuda a criar.
Editora: Global Editora
Páginas: 48
Ano: 2010
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8526014978
ISBN13: 9788526014978
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,170
- Altura (cm): 28,00
- Largura (cm): 23,00
- Espessura (cm): 0,30
Sobre a editora
Os livros da editora Global Editora apresentam uma diversidade que vai do resgate da literatura oral e folclórica brasileira a narrativas que exploram a complexidade das relações humanas e sociais. O catálogo traz desde histórias infantis que estimulam a imaginação e o aprendizado, com vocabulário acessível e ilustrações cuidadosas, até textos que abordam temas densos como o horror do fascismo e a luta pela memória histórica. A linguagem varia entre o poético e o didático, com obras que dialogam tanto com o público jovem quanto com leitores interessados em antropologia, educação e literatura crítica. Essa pluralidade cria um ritmo editorial que ora convida à fantasia e ao encantamento, ora instiga reflexões profundas sobre identidade, cultura e convivência.
