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Zeferina - Uma Cabala Brasileira

Título: Zeferina - Uma Cabala Brasileira

Autor: Lemos Dinah

Sinopse: Zeferina – uma cabala brasileira, de Dinah Lemos, é a narrativa feminista sobre sentidos dos governos do Partido dos Trabalhadores - iniciados sob a liderança de Lula e interrompidos com a queda da presidenta Dilma - construída como ensaio sobre os significados do escravismo na cultura e sociedade do Brasil, e sobre as fragilidades adquiridas pelas esquerdas brasileiras desde esta matriz fundacional. As cartas escritas à tataravó, Zeferina, aos netos e a quem lê evoluem de um sentido confessional para uma experiência xamânica de aprendizagem a partir da sobreposição da escrita na árvore judaica da vida, a Cabala. O livro é uma reflexão feminista sobre direitos fundamentais dos sapiens e, diante do fracasso capitalista, as ameaças de fratura incontornável na potência destes direitos, entre eles o “direito de ir e vir”. É o pensar reflexivo sobre a religiosidade contraintuitiva diante da nova ecologia política nascendo no planeta.

Contexto da obra

Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Zeferina – Uma Cabala Brasileira”, de Lemos Dinah, publicado pela editora Sulina, em 2019 e com 437 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.

Editora: Sulina

Páginas: 437

Ano: 2019

Edição:

Linguagem: PORTUGUES

ISBN: 8520508367

ISBN13: 9788520508367

  • Encadernação: BROCHURA
  • Peso (kg): 0,480
  • Altura (cm): 21,00
  • Largura (cm): 14,00
  • Espessura (cm): 2,30

Sobre a editora

A leitura dos livros da editora SULINA revela um compromisso com obras que exploram temas acadêmicos e culturais com profundidade e rigor, sem abrir mão de acessibilidade para públicos diversos. O catálogo privilegia textos que dialogam com áreas como educação, sociologia, filosofia, comunicação e artes, apresentando reflexões que transitam entre o rigor teórico e a aplicação prática, como em análises sobre música na educação, redes de pesquisa, ou a interface entre literatura e clínica filosófica. A narrativa costuma ser densa, com ritmo que varia entre o ensaístico e o didático, e o tom, em geral, é reflexivo, crítico e aberto a múltiplas interpretações. Há obras que adotam linguagem mais experimental e outras que privilegiam a clareza para facilitar o acesso a temas complexos, indicando uma diversidade editorial que atende tanto leitores acadêmicos quanto interessados em cultura e pensamento contemporâneo.

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