
Título: Zélins, Flamengo até morrer!
Autor: Edilberto Coutinho
Sinopse: José Lins do Rego - Zelins, para os amigos - escreveu mais de mil crônicas esportivas no Jornal dos Sports, além de um romance ligado ao futebol, Água-mãe. Lamentava ter descoberto o futebol apenas aos 37 anos, quando o Brasil foi terceiro lugar na Copa de 1938. Era apaixonado pelo Flamengo. Não se constrangia em afirmar "vou ao futebol e sofro como um pobre-diabo" e assistia diariamente aos treinos do Flamengo. Certa vez, Zelins chamou o treinador do Vasco de "caviloso", o que gerou uma série de mal-entendidos e o levou a conhecer a fúria de sua torcida. Sobre o episódio, o próprio Zelins escreveu: "A um escritor muito vale o aplauso, a crítica de elogios, mas a vaia, com a gritaria, as laranjas... os palavrões, deu-me a sensação de notoriedade verdadeira". Mas Zelins não era apenas um torcedor apaixonado pelo Flamengo. Foi um de seus dirigentes e presidiu delegações do clube em viagem ao exterior, quando descobriu que o futebol já era produto de exportação, e promoveu campanha financeira para o Brasil ir à Copa de 1954, após rebordosa de 50. Edilberto Coutinho, mostra nas 476 páginas desse livro as melhores crônicas de Zelins, escritas no Jornal dos Sports, de 1946 a 1957.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Zélins, Flamengo até morrer!”, de Edilberto Coutinho, publicado pela editora José Olympio, em 1994 e com 493 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: José Olympio
Páginas: 493
Ano: 1994
Edição:
Linguagem: português
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Sobre a editora
Os livros da editora José Olympio costumam oferecer uma experiência de leitura que alia profundidade histórica e literária a narrativas que exploram a formação pessoal e social dos personagens. O catálogo apresenta obras que transitam entre o romance de formação, biografias detalhadas e análises culturais, muitas vezes ambientadas em contextos históricos marcantes, como o Brasil rural e urbano do século XX ou a Europa em períodos de transformação. A linguagem varia do mais narrativo, com atenção à psicologia dos personagens, ao mais informativo, com textos que dialogam com a crítica literária e a pesquisa acadêmica. Essa diversidade sugere um público interessado tanto em ficção com densidade social quanto em estudos literários e históricos.
