
Título: Zumbi, Tiradentes
Autor: Claudia de Arruda Campos
Sinopse: O Teatro de Arena de São Paulo contou histórias e fez História como parte ativa na elaboração de um projeto estético e político que marcou particularmente a década de 60 no Brasil. ''Zumbi, Tiradentes'' (e outras histórias contadas pelo Teatro de Arena de São Paulo), a partir de uma análise dos musicais encenados pelo Arena nos anos 60, procura recapturar o sentido e a dimensão daquele projeto. Ao rastrear raízes e ramificações desta proposta, Cláudia de Arruda Campos recupera feições essenciais da história do Teatro de Arena, da trajetória dos co-autores de Zumbi e Tiradentes (Guarnieri e Boal), das tendências políticas e culturais que enformaram o tempo e o espaço social de que o Arena participa. Estudo de um teatro, ele também o é de uma época, proporcionando, numa dialética singular entre análise objetiva e engajamento subjetivo, um quadro incisivo do processo e uma evocação sensível do clima em que um grupo de jovens artistas de teatro pôde compor as imagens que são hoje parte indelével da história brasileira e que se gravaram em sua fisionomia cultural, sob o nome de Teatro de Arena.
Contexto da obra
Na área de Cinema e Artes Performáticas, livros como este costumam ampliar repertório e leitura crítica. “Zumbi, Tiradentes”, de Claudia de Arruda Campos, publicado pela editora Perspectiva e em 1988, integra a categoria Livros de Cinema e Artes Performáticas. Esse contexto costuma ser útil para entender melhor o alcance formativo e interpretativo do livro.
Editora: Perspectiva
Páginas:
Ano: 1988
Edição: 1
Linguagem: pt-br
ISBN: 9788527306256
ISBN13: 9788527306256
Sobre a editora
Os livros da editora Perspectiva costumam oferecer uma experiência de leitura que combina rigor acadêmico e profundidade reflexiva, com foco em temas como filosofia, história, artes e ciências sociais. O catálogo privilegia obras que exploram a cultura, a política e a religião sob perspectivas históricas e críticas, muitas vezes atravessadas por análises detalhadas e linguagem densa, mas acessível. Há um equilíbrio entre textos ensaísticos, estudos históricos e biográficos, e abordagens fenomenológicas ou semióticas, que convidam o leitor a um envolvimento intelectual prolongado. O tom, em geral, é sério e contemplativo, com ritmo que privilegia a reflexão mais do que a narrativa rápida.
