Sinopse: Júlio abre a porta do apartamento. Tudo revirado. O telefone toca. Quem poderia ser? Não conhece ninguém na cidade, a não ser Miguel, seu irmão mais velho. Uma voz feminina apressada e rouca e diz-lhe para sair imediatamente. É Ruth, a namorada de Miguel.
A partir daí Júlio e Ruth começam a viver doze horas de terror. A culpa é de Miguel, que se envolveu com o tráfico de drogas.
Como os dois vão escapar dessa? Será tudo um pesadelo?
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “12 horas de terror”, de Marcos Rey, publicado pela editora Gaudí, em 2008 e com 142 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
A leitura dos livros de Marcos Rey conduz o leitor por narrativas urbanas que misturam suspense, ação e personagens marcantes, muitas vezes jovens ou à margem da sociedade. O ritmo é geralmente ágil, com diálogos vivos e descrições que criam imagens claras de cenários como São Paulo, suas ruas e cantinas, ou ambientes de tensão e mistério. A prosa se equilibra entre o realismo cru e momentos de humor sutil, sem perder o foco na construção de tramas envolventes que despertam a curiosidade e mantêm o leitor preso até o fim. Os conflitos são humanos e palpáveis, envolvendo desde dramas pessoais até investigações policiais, sempre com uma pitada de dinamismo que evita a monotonia. Em meio a isso, os livros de Marcos Rey exploram temas sociais, dilemas juvenis e a luta pela sobrevivência, deixando no leitor uma sensação de urgência e reflexão sobre o cotidiano.