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A Arte da Performance: do Futurismo ao Presente

Título: A Arte da Performance: do Futurismo ao Presente

Autor: RoseLee Goldberg

Sinopse: A ARTE DA PERFORMANCE: do futurismo ao presente é um clássico. Atravessando a história da performance no Ocidente desde a sua origem, com Rei Ubu, de Alfred Jarry, e os futuristas italianos, até às obras contemporâneas do norte-americano Matthew Barney, RoseLee Goldberg cartografa, de forma pioneira, a evolução histórica e conceptual desta disciplina artística. Publicado primeira vez em 1979, e amplamente ilustrado, este livro tem sido objecto de sucessivas edições (constantemente actualizadas pela autora), constituindo hoje uma leitura incontornável nos estudos da performance. Esta 2.ª edição portuguesa inclui um novo capítulo dedicado à primeira década do séc. XXI. Nele, a autora aborda o impacto global do 11 de Setembro e analisa o trabalho de performers de vários pontos do mundo, como, por exemplo, a jugoslava Marina Abramovic, a iraniana Shirin Neshat, o chinês Zhang Huan ou a sul-africana Nandipha Mntambo

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A Arte da Performance: do Futurismo ao Presente”, de RoseLee Goldberg, publicado pela editora Orfeu Negro, em 2007 e com 336 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Orfeu Negro

Páginas: 336

Ano: 2007

Edição:

Linguagem: pt_BR

ISBN:

ISBN13: 9789899556508

    Sobre a editora

    Os livros da editora Orfeu Negro convidam a uma experiência de leitura que transita entre o olhar antropológico e a reflexão histórica, frequentemente explorando temas culturais e sociais com um tom que pode variar do irônico ao poético. O catálogo revela uma preferência por obras que dialogam com a história das cores, a simbologia e a arte, mesclando ensaios filosóficos e históricos com narrativas ilustradas e infantis. Há uma atenção clara à construção de imagens e à representação, seja por meio de ilustrações detalhadas ou textos que discutem a relação entre arte, política e sociedade. O ritmo das obras pode ser contemplativo, como em relatos poéticos sobre a natureza, ou mais denso e reflexivo, como em diálogos sobre arte e política ou análises estéticas da imagem contemporânea.

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