
Título: A autonomia de professores
Autor: José Contreras
Sinopse: Este livro discute a idéia da autonomia de professorese a de sua profissionalidade que se tornaram expressões comuns nos discursos pedagógicos, mas, em geral, seu emprego não reflete uma clareza quanto a seu significado. São conceitos com ampla aceitação que podem servir para encobrir pretensões pouco claras ou ainda, dependendo de quem os utilize, interesses contrapostos. A autonomia profissional pode ser interpretada como uma demanda dos docentes para obter mais espaços de independência em suas decisões, menos controle burocrático por parte das administrações públicas. Quase com os mesmos argumentos, a autonomia profissional também pode ser usada para reivindicar menor intervenção das famílias e da sociedade em gerar um tema que deve ser resolvido pelos profissionais. Por outro lado, os poderes públicos estão deixando de assumir responsabilidades políticas em educação, transferindo-as aos docentes, os quais devem dar resposta ás necessidades educacionais dos alunos e aos interesses (variados, mas desiguais) das famílias.
Contexto da obra
Na área de Educação, obras como esta costumam dialogar de perto com ensino, aprendizagem e prática pedagógica. “A autonomia de professores”, de José Contreras, publicado pela editora Cortez, em 2016 e com 296 páginas, integra a categoria Livros de Educação. Na prática, isso torna mais clara a utilidade do livro dentro de contextos de ensino, aprendizagem e formação docente.
Editora: Cortez
Páginas: 296
Ano: 2016
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 852490870X
ISBN13: 9788524908705
Sobre a editora
Os livros da editora Cortez costumam explorar temas ligados às ciências sociais e humanas, com foco em análises críticas da realidade brasileira e latino-americana. A experiência de leitura frequentemente envolve abordagens acadêmicas e reflexivas sobre questões como Serviço Social, educação, políticas públicas e cultura, com textos que mesclam rigor teórico e linguagem acessível. O catálogo apresenta obras que discutem desde trajetórias históricas e filosóficas até práticas pedagógicas e sociais atuais, criando um contraste entre análises densas e narrativas que valorizam a diversidade cultural e social. Em meio a trabalhos mais densos, há também espaço para textos que dialogam com o público infantojuvenil, trazendo contos e histórias que remetem ao folclore e à infância, o que evidencia uma certa amplitude temática e de público.
