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A Barbaria de Berlim

Título: A Barbaria de Berlim

Autor: G. K. Chesterton

Sinopse: Chesterton escreveu "The Barbarism of Berlin" em 1914. Esta é uma tradução feita por um de seus maiores discípulos, o Brasileiro Gustavo Corcão em 1946. O livro é bem "datado", escrito no calor do momento. Chesterton descreve a conflagração da Guerra (I Guerra Mundial) e defende que a culpa foi totalmente da Prússia (Alemanha) e seu Barbarismo. O autor explica o conceito de barbarismo e o diferencia entre barbarismo negativo e positivo. Sendo inglês, ele explica e defende a entrada da Inglaterra na Guerra. "A menos que sejamos todos loucos, há nos bastidores do negócio mais desconcertante uma história: e se somos todos loucos, não existe loucura. Se eu incendio uma casa, é bem verdade que posso esclarecer as fraquezas de muitas outras pessoas e também as minhas. Pode ser que o dono da casa tenha sido queimado porque estava bêbado: pode ser que a dona da casa tenha sido queimada porque era mesquinha e pereceu discutindo sobre o custo de uma escada de incêndio. É, no entanto, amplamente verdade que ambos foram queimados porque ateei fogo em sua casa. Essa é a história da coisa. Os simples fatos da história sobre a atual conflagração europeia são tão fáceis de contar." - G.K. Chesterton

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A Barbaria de Berlim”, de G. K. Chesterton, publicado pela editora Agir, em 1946 e com 67 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Agir

Páginas: 67

Ano: 1946

Edição:

Linguagem: pt_BR

ISBN: 1576468453

ISBN13:

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de G. K. Chesterton traz um encontro entre o pensamento agudo e a imaginação vívida, onde o ritmo ora é rápido e envolvente, ora se detém em reflexões filosóficas e espirituais. Sua prosa combina humor sutil e ironia, com uma tensão que nasce da contradição entre o ordinário e o extraordinário, especialmente nas histórias do Padre Brown, que usa a empatia para desvendar a complexidade humana. Em outras obras, o foco é mais denso e crítico, explorando temas como fé, moralidade e a natureza da crença, com um tom que mistura leveza e seriedade. A experiência de leitura oscila entre o prazer da narrativa envolvente e o convite à reflexão profunda, sempre com personagens que desafiam as expectativas e situações que revelam paradoxos.

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