
Título: A Carta de Amor
Autor: Cathleen Schine
Sinopse: Divorciada, mãe de uma filha de onze anos, a cativante Helen regressa à pequena cidade onde cresceu, na costa atlântica dos Estados Unidos, e adquire uma livraria que pinta de rosa. Tem tudo para se sentir realizada, tudo lhe corre segundo uma ordem comandada por ela, segura de si no seu jogo de sedução, uma livraria que é capaz de manipular os seus clientes fazendo-os comprar os livros que ela lhes quer vender... Contudo, num dia de Verão, uma misteriosa carta de amor vem perturbar a serenidade do mundo de Helen. Subjugada pelo poderoso feitiço das palavras enamora-se irremediavelmente, e pouco convenientemente, por um estudante de vinte anos, Johnny, seu empregado naquele Verão. Cathleen Schine fez deste livro uma deliciosa e irreverente comédia de costumes, numa escrita desenvolta na coloquialidade dos diálogos, sem deixar nada ao acaso.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A Carta de Amor”, de Cathleen Schine, publicado pela editora Objetiva, em 1996 e com 300 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Objetiva
Páginas: 300
Ano: 1996
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8573020733
ISBN13: 9788573020731
Sobre a editora
Os livros da editora Objetiva proporcionam uma experiência de leitura que transita entre narrativas densas e reflexivas, com forte presença de temas históricos, psicológicos e culturais. O catálogo revela uma preferência por textos que exploram conflitos humanos profundos, como paixões intensas, dilemas morais e a complexidade das relações pessoais, muitas vezes ambientados em contextos históricos ou sociais marcantes. A linguagem costuma ser acessível, mas com rigor intelectual, equilibrando obras de caráter mais narrativo e outras com tom mais ensaístico ou biográfico. Há também espaço para a literatura de ficção com suspense e fantasia, que se contrapõe a títulos de não-ficção que abordam política, ciência e comportamento. Essa diversidade sugere um público leitor interessado em ampliar horizontes por meio de leituras que estimulam a reflexão e o conhecimento.
