
Título: A Carta De Pero Vaz De Caminha
Autor: Toni Brandão
Sinopse: Ao apresentar em linguagem adequada às crianças a famosa carta de Pero Vaz de Caminha, Toni Brandão relata nesta bem humorada publicação, como os primeiros portugueses que chegaram ao Brasil com a frota de Cabral conheceram e se entenderam com os índios que já existiam no imenso território desta nação. Documento histórico, fatos curiosos do dia-a-dia nas caravelas, informações sobre a grande diversidade cultural dos povos indígenas - os primeiros brasileiros -, e sua generosa convivência com a natureza além de observações sobre as dificuldades dos primeiros contatos humanos possibilitam um conhecimento mais amplo da história do Brasil tradicionalmente contada pela visão dos colonizadores europeus. As ilustrações de Girotto e Fernandes transformam o relato em uma divertida viagem a partir deste marco da história do Brasil que fará em abril 500 anos.
Contexto da obra
Na ficção infantil, livros como este costumam ter um papel importante na aproximação da criança com a leitura. “A Carta De Pero Vaz De Caminha”, de Toni Brandão, publicado pela editora Studio Nobel, em 2009 e com 32 páginas, integra a categoria Livros de Ficção Infantil. Por isso, o valor do livro costuma aparecer tanto na história quanto no vínculo de leitura que ele ajuda a criar.
Editora: Studio Nobel
Páginas: 32
Ano: 2009
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8575530623
ISBN13: 9788575530627
- Encadernação: GRAMPO
- Peso (kg): 0,180
- Altura (cm): 27,70
- Largura (cm): 21,00
- Espessura (cm): 0,30
Sobre a editora
A leitura dos livros da editora Studio Nobel transporta o leitor para universos que transitam entre a fantasia poética e a reflexão crítica sobre a cidade e a cultura. Em suas obras, é comum encontrar narrativas que exploram a imaginação infantil, como histórias de viagens mágicas e personagens que se relacionam com elementos naturais e urbanos, ao mesmo tempo em que há textos que investigam a complexidade das metrópoles sob um olhar antropológico e sociológico. O catálogo revela uma diversidade que vai do encantamento lúdico, com histórias para crianças, até ensaios densos sobre modernidade, identidade cultural e arte indígena, com linguagem que pode variar do sensível ao rigoroso. Essa alternância entre o narrativo e o informativo cria um ritmo que desafia o leitor a passear entre o sonho e a análise, sempre com atenção à dimensão simbólica e social.
