
Título: Espaço intra-urbano no Brasil
Autor: Flávio Villaça
Sinopse: Espaço Intra-urbano no Brasil é essencialmente um estudo da localização intra-urbana. Todas as idéias defendidas neste livro são desenvolvidas a partir da análise empírica da formação histórica do espaço intra-urbano de seis metrópoles brasileiras: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Recife, Salvador e Porto Alegre. Essa análise mostra como a segregação urbana se desenvolveu nessas metrópoles por um período de mais de um século e como ela permitiu que a classe dominante controlasse o processo de produção e consumo das localizações intra-urbanas - logo, os tempos de deslocamentos dos seres humanos. Dentre as localizações, especial destaque é dado ao Centro Principal daquelas metrópoles e às transformações que eles vêm experimentando nas décadas recentes.
Contexto da obra
Na área de Administração, livros como este costumam se ligar a gestão, estratégia e aplicação prática. “Espaço intra-urbano no Brasil”, de Flávio Villaça, publicado pela editora Studio Nobel, em 1998 e com 376 páginas, integra a categoria Livros de Administração. Esse contexto costuma ser útil para situar a obra entre leituras mais conceituais e leituras mais voltadas à ação.
Editora: Studio Nobel
Páginas: 376
Ano: 1998
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8585445750
ISBN13: 9788585445751
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,580
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 2,20
Sobre a editora
A leitura dos livros da editora Studio Nobel transporta o leitor para universos que transitam entre a fantasia poética e a reflexão crítica sobre a cidade e a cultura. Em suas obras, é comum encontrar narrativas que exploram a imaginação infantil, como histórias de viagens mágicas e personagens que se relacionam com elementos naturais e urbanos, ao mesmo tempo em que há textos que investigam a complexidade das metrópoles sob um olhar antropológico e sociológico. O catálogo revela uma diversidade que vai do encantamento lúdico, com histórias para crianças, até ensaios densos sobre modernidade, identidade cultural e arte indígena, com linguagem que pode variar do sensível ao rigoroso. Essa alternância entre o narrativo e o informativo cria um ritmo que desafia o leitor a passear entre o sonho e a análise, sempre com atenção à dimensão simbólica e social.
