
Título: A Chave de Salomão
Autor: José Rodrigues dos Santos
Sinopse: O corpo de Frank Bellamy, o director de Tecnologia da CIA, é descoberto no CERN, em Genebra, na altura em que os cientistas procuram o bosão de Higgs, também conhecido por Partícula de Deus. Entre os dedos da vítima é encontrada uma mensagem incriminatória. The Key: Tomás Noronha A mensagem torna Tomás Noronha o principal suspeito do homicídio. Depressa o historiador português se vê na mira da CIA, que lança assassinos no seu encalço, e percebe que, se quiser sobreviver, terá de deslindar o crime e provar a sua inocência. Ou morrer a tentar. Começa assim uma busca que o conduzirá às mais surpreendentes descobertas científicas alguma vez feitas. Será que a alma existe? O que acontece quando morremos? O que é a realidade? Com esta empolgante aventura que arrasta o leitor para o perturbador mundo da consciência e da natureza mais profunda do real, José Rodrigues dos Santos volta a afirmar-se como o grande mestre do mistério. Apesar de ser uma obra de ficção, A Chave de Salomão usa informação científica genuína para desvendar as espantosas ligações entre a mente, a matéria e o enigma da existência.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A Chave de Salomão”, de José Rodrigues dos Santos, publicado pela editora Gradiva Publicações, em 2014 e com 624 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Gradiva Publicações
Páginas: 624
Ano: 2014
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 9896166021
ISBN13: 9789896166021
Sobre a editora
Os livros da editora Gradiva Publicações oferecem uma experiência de leitura marcada por narrativas densas que transitam entre o romance histórico, o suspense investigativo e o ensaio filosófico. O catálogo privilegia histórias que exploram conflitos pessoais imersos em contextos políticos e culturais complexos, como regimes autoritários ou crises internacionais, sempre com um ritmo que equilibra tensão e reflexão. Além disso, há obras de caráter mais didático e crítico, que abordam temas como ciência, educação e filosofia com linguagem acessível, mas sem perder a profundidade. As sinopses sugerem um equilíbrio entre textos mais narrativos, que focam o drama humano e mistério, e outros mais informativos, que propõem debates intelectuais e históricos.
