
Título: O Homem de Constantinopla
Autor: José Rodrigues dos Santos
Sinopse: O Império Otomano desmorona-se e a minoria arménia é perseguida. Apanhada na voragem dos acontecimentos, a família Sarkisian refugia-se em Constantinopla. Apesar da tragédia que o rodeia, o pequeno Kaloust deixa-se encantar pela grande capital imperial e é ao atravessar o Bósforo que pela primeira vez formula a pergunta que havia de o perseguir a vida inteira: "O que é a beleza?" Cruzou-se com a mesma interrogação no rosto níveo da tímida Nunuphar, nos traços coloridos e vigorosos das telas de Rembrandt e na arquitectura complexa do traiçoeiro mundo dos negócios, arrastando-o para uma busca que fez dele o maior coleccionador de arte do seu tempo. Mas Kaloust foi mais longe do que isso. Tornou-se o homem mais rico do planeta. Inspirado em factos reais, O Homem de Constantinopla reproduz a extraordinária vida do misterioso arménio que mudou o mundo - e consagra definitivamente José Rodrigues dos Santos como autor maior das letras portuguesas e um dos grandes escritores contemporâneos.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O Homem de Constantinopla”, de José Rodrigues dos Santos, publicado pela editora Gradiva Publicações, em 2013 e com 504 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Gradiva Publicações
Páginas: 504
Ano: 2013
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 9896165491
ISBN13: 9789896165499
Sobre a editora
Os livros da editora Gradiva Publicações oferecem uma experiência de leitura marcada por narrativas densas que transitam entre o romance histórico, o suspense investigativo e o ensaio filosófico. O catálogo privilegia histórias que exploram conflitos pessoais imersos em contextos políticos e culturais complexos, como regimes autoritários ou crises internacionais, sempre com um ritmo que equilibra tensão e reflexão. Além disso, há obras de caráter mais didático e crítico, que abordam temas como ciência, educação e filosofia com linguagem acessível, mas sem perder a profundidade. As sinopses sugerem um equilíbrio entre textos mais narrativos, que focam o drama humano e mistério, e outros mais informativos, que propõem debates intelectuais e históricos.
