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A cidade das flores

Título: A cidade das flores

Autor: Augusto Abelaira

Sinopse: A Cidade das Flores,hoje, continua a ser reeditada sem nada perder da força da sua mensagem, embora, para poder escapar à censura salazarista, o autor tenha situado a ação em Florença, nos anos 30. Escrita num registro próximo do teatro, ou até do cinema, a sua construção é admiravelmente moderna. O enredo encena as vidas de um grupo de jovens que luta pelos seus ideais e se debate com as inevitáveis contradições entre os seus impulsos juvenis e as limitações impostas pelo governo de Mussolini. A tomada de consciência de cada um dos protagonistas é, assim, delicada, pura e heróica, como só nessa idade é possível, por vezes com uma carga verdadeiramente trágica, mas nunca deixando de irradiar o esplendor renascentista da cidade onde vivem. O amor, a arte, a amizade, o valor da intervenção, da luta política, a solidariedade são temas que atravessam todo este romance. (Fonte: Livraria Cultura)

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A cidade das flores”, de Augusto Abelaira, publicado pela editora O Jornal, em 1984 e com 309 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: O Jornal

Páginas: 309

Ano: 1984

Edição:

Linguagem: português

ISBN:

ISBN13:

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Augusto Abelaira oferece uma experiência marcada pela combinação entre uma prosa clara e uma estrutura narrativa inovadora, que frequentemente desafia a linearidade tradicional. O ritmo pode variar entre passagens fragmentadas, quase diarísticas, e construções próximas do teatro ou cinema, criando um jogo constante entre o íntimo e o coletivo. A tensão surge tanto das relações pessoais complexas quanto das contradições sociais e políticas que permeiam os enredos, sempre com uma sensibilidade que oscila entre o irônico e o trágico. A voz do narrador, ora reflexiva, ora provocadora, guia o leitor por universos onde o cotidiano se mistura com o existencial, e onde personagens jovens enfrentam dilemas de consciência e idealismo. Essa pluralidade torna a leitura dos livros de Augusto Abelaira um convite a pensar as formas e os sentidos da narrativa, assim como as tensões entre o indivíduo e o contexto histórico.

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