
Título: A Cidade Perdida de Marte (FC Hemus)
Autor: Ray Bradbury
Sinopse: "I Sing the Body Electric", 1969. Também publicado pela Argonauta nº 254/260, com os títulos As Vozes de Marte e A Última Cidade de Marte. Coletânea com 14 contos: O Dispositivo de Kilimanjaro; A Conflagração Pavorosa Lá no Casarão; A Criança de Amanhã; As Mulheres; O Motel da Galinha Inspirada; Com os Ventos de Gettysburg; Sim, a Gente se Encontra na Beira do Rio; Chamada Noturna, A Cobrar; Eu Canto o Corpo Elétrico!; O Dia dos Túmulos; Pesadão; O Homem da Camisa Rorschch; Henry, O Nono; A Cidade Perdida de Marte. A maior parte dos contos segue a linha da fantasia e fantástico mais do que FC, num livro que geralmente é considerado pelos críticos como abaixo da média de RB, mas que inegavelmente apresenta momentos excelentes, como em A Criança de Amanhã. Os temas marcianos ressurgem também no bom conto A Cidade Perdida de Marte; e Eu Canto o Corpo Elétrico! é um dos mais conhecidos do autor. Ler RB é sempre uma diversão e um prazer. O conto Eu Canto o Corpo Elétrico foi filmado em 1981 como um curta-metragem, dirigido por Noel Black, com o título The Electric Grandmother.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A Cidade Perdida de Marte (FC Hemus)”, de Ray Bradbury, publicado pela editora Hemus, em 1975 e com 218 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Hemus
Páginas: 218
Ano: 1975
Edição:
Linguagem: português
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ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Hemus apresentam uma leitura que transita entre o técnico e o narrativo, com títulos que exploram desde a história antiga e civilizações pré-colombianas até manuais detalhados de engenharia e mecânica. O catálogo revela um interesse por temas que exigem rigor e detalhamento, como projetos arquitetônicos, diagnósticos automotivos e processos industriais, mas também inclui obras que convidam à reflexão filosófica e à aventura literária. O ritmo das narrativas pode variar bastante, indo de textos densos e descritivos a abordagens mais diretas e didáticas, sempre com um foco claro na transmissão de conhecimento ou na reconstrução crítica de contextos históricos e culturais. Em meio a essa diversidade, a Hemus parece privilegiar leitores que buscam aprofundamento, seja em áreas técnicas ou em temas de história e cultura, com uma linguagem que valoriza a precisão e o conteúdo substancial.
