
Título: A Civilização do Ocidente Medieval
Autor: Jacques Le Goff
Sinopse: Entre a lenda negra de uma “idade das trevas” e a lenda dourada de uma “belle époque” medieval existe a realidade de um mundo de monges, clérigos, guerreiros, camponeses, artesãos e mercadores que oscilou entre a violência e a aspiração da paz, entre a fé e a revolta, entre a fome e a expansão. Uma sociedade marcada pela obsessão da sobrevivência que conseguiu dominar o espaço e o tempo e que desbravou as florestas, que se aglomerava em torno de aldeias, castelos e cidades, que inventou a máquina, o relógio, a universidade e a nação. Este mundo rude e conquistador foi o da infância do Ocidente, um mundo “primitivo” em que as pessoas atuavam na terra com os olhos voltados para o céu, um mundo que introduziu a razão no universo simbólico, que encontrou o equilíbrio na relação entre a palavra e a escrita, que inventou o purgatório entre o inferno e o paraíso. Da Escandinávia ao Mediterrâneo, do mundo celta ao mundo eslavo, o sistema feudal coloca em evidência as estruturas, as mentalidades, as contradições, os dinamismos e as inércias que a Cristandade latina legou à sociedade e à civilização ocidental contemporâneas.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A Civilização do Ocidente Medieval”, de Jacques Le Goff, publicado pela editora Edusc, em 2005 e com 400 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Edusc
Páginas: 400
Ano: 2005
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8574602833
ISBN13: 9788574602837
Sobre a editora
Os livros da editora EDUSC oferecem uma imersão densa e reflexiva em temas ligados à história, filosofia e ciências sociais, com ênfase em abordagens críticas e teóricas. A leitura costuma exigir atenção à complexidade dos conceitos, como a análise da historiografia, da cultura e das ideias sociais, muitas vezes explorando tensões entre passado e presente. O catálogo privilegia textos que dialogam com a tradição acadêmica, mas que também apresentam perspectivas inovadoras, como a antropologia histórica ou a fenomenologia cultural. Há obras que propõem exercícios pedagógicos e outras que aprofundam debates éticos e políticos, num tom predominantemente analítico e didático. Essa combinação cria uma experiência de leitura que convida à reflexão cuidadosa e ao questionamento de pressupostos.
