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A Comédia Humana – Volume 8

Título: A Comédia Humana – Volume 8

Autor: Honoré de Balzac

Sinopse: Dando continuidade à publicação da nova edição integral de A comédia humana, a Biblioteca Azul lança o oitavo volume da obra máxima de Honoré de Balzac. Entre os títulos que compõem os tomos, que traçam um retrato das Cenas da vida parisienses, destaca-se A História dos Treze. A sociedade secreta fictícia criada por Balzac é um núcleo dentro das Cenas da vida parisiense, constituído por três romances: Ferragus, A duquesa de Langeais e A menina dos olhos de ouro. Obras que compõem A comédia humana – volume 8 – Estudos de costumes – Cenas da vida parisiense Ferragus Ferragus, um descendente do romance “negro” inglês ao mesmo tempo que é um dos primeiros espécimes da literatura policial, retrata a paixão de um jovem solteiro por uma mulher casada, filha de um ex-prisioneiro membro de uma sociedade secreta. Augusto de Malincour apaixona-se por Clemência, casada com Júlio Desmarets, filha de Ferragus. A duquesa de Langeais A duquesa de Langeais é um dos melhores romances deste núcleo, com sua notável análise psicológica de uma paixão entre um general e uma mulher casada. A história da tentação de Armando de Montrivau pela sedutora Antonieta de Langeais remonta ao período em que a duquesa era solteira e faz um retrato da elite parisiense do passado. Adaptado para o cinema por Jacques Rivette, entre outros. A menina dos olhos de ouro A menina dos olhos de ouro é um dos primeiros romances a retratar uma paixão lésbica, que, sobretudo depois de Freud, proliferaria nas literaturas modernas. Henrique de Marsay, membro da sociedade dos Treze, se apaixona por Paquita Valdez, mantida escravizada pela Marquesa de San Real, meia-irmã de Henrique, apaixonada por Paquita. Este romance aparece, lido pela personagem Gilberte, em O tempo redescoberto, de Proust. História da grandeza e da decadência de César Birotteau Um dos melhores romances de Balzac, Birotteau é, nas palavras do autor, “um anjo do comércio, um anjo espezinhado”. A ascensão, a ruína e a ressurreição social de um honesto perfumista, intrigado por um ex-funcionário, é o mais perfeito retrato dos meandros das finanças, do capitalismo financeiro na praça comercial de Paris em pleno período da Restauração. O baile promovido por Birotteu é considerada uma das cenas centrais de toda A comédia humana. A Casa Nucingen Neste romance, segundo Paulo Rónai, tudo “é moderno: tanto o assunto como a forma. Essa série de especulações, truques e golpes concertados entre cúmplices entendidos, esses crimes comerciais não previstos em nenhum Código são contados num estilo nervoso, rápido, irônico, ora familiar, ora dialetal.” O narrador ouve, em um restaurante, a conversa de quatro jornalistas, que comentam a história do enriquecimento de Rastignac e sua relação com a bolha financeira representada pela figura do banqueiro Nucingen. Volumes de A comédia humana reeditados pela Biblioteca Azul Balzac e A comédia humana: reunião de ensaios de Paulo Rónai sobre a obra de Honoré de Balzac. Volume 1: A vida de Balzac, por Paulo Rónai; Prefácio à comédia humana, por Honoré de Balzac; Ao “Chat-qui-pelote”; O baile de Sceaux; Memórias de duas jovens esposas; A bolsa; Modesta Mignon. Volume 2: Uma estreia na vida; Alberto Savarus; A vendeta; Uma dupla família; A paz conjugal; A sra. Firmiani; Estudo de mulher; A falsa amante; Uma filha de Eva. Volume 3: A mensagem; O romeiral; A mulher abandonada; Honorina; Beatriz; Gobseck; A mulher de trinta anos. Volume 4: O pai Goriot; O coronel Chabret; A missa do ateu; A interdição; O contrato de casamento; Outro estudo de mulher. Volume 5: Úrsula Mirouët; Eugênia Grandet; Os celibatários: Pierrette; O cura de Tours. Volume 6:Um conchego de solteirão ; Os parisienses na província: o ilustre Gaudissart; A musa do departamento; As rivalidades: a solteirona; O gabinete das antiguidades. Volume 7: Ilusões perdidas.

Contexto da obra

Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “A Comédia Humana – Volume 8”, de Honoré de Balzac, publicado pela editora Biblioteca Azul, em 2013 e com 864 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.

Editora: Biblioteca Azul

Páginas: 864

Ano: 2013

Edição:

Linguagem: PORTUGUES

ISBN: 8525055603

ISBN13: 9788525055606

  • Encadernação: BROCHURA
  • Peso (kg): 0,402
  • Altura (cm): 21,00
  • Largura (cm): 14,00
  • Espessura (cm): 4,80

Sobre o autor

A leitura dos livros de Honore de Balzac é um mergulho intenso e multifacetado na complexidade da sociedade do século XIX, onde personagens se movem entre desejos, ambições e contradições humanas. A prosa varia entre o detalhismo quase clínico e momentos de tensão dramática, revelando a face íntima e pública dos personagens com igual rigor. O ritmo pode oscilar entre passagens contemplativas e cenas carregadas de conflito, mantendo o leitor atento às nuances sociais e psicológicas. A experiência envolve uma constante reflexão sobre as máscaras sociais, o poder e as relações humanas, em um universo onde figuras reaparecem em diferentes papéis, ampliando a sensação de um panorama vivo e interconectado. Os livros de Honore de Balzac convidam a um olhar atento para as pequenas e grandes artimanhas da vida, com uma narrativa que não se prende a um só tom, mas que oscila entre o trágico e o irônico, o lírico e o seco.

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Sobre a editora

Os livros da editora Biblioteca Azul convidam o leitor a mergulhar em narrativas que transitam entre a literatura clássica e contemporânea, com forte presença de temas sociais, políticos e psicológicos. A experiência de leitura é marcada por textos densos e reflexivos, que exploram desde as complexidades das relações humanas e dilemas morais até críticas a regimes autoritários e análises históricas. O catálogo apresenta obras que privilegiam o diálogo entre passado e presente, como distopias que continuam atuais, romances psicológicos e ensaios filosóficos, sempre com uma linguagem que equilibra rigor e sensibilidade. Há títulos que se destacam pelo ritmo mais introspectivo e outros que adotam um tom mais direto e crítico, atendendo a leitores interessados tanto em ficção literária quanto em obras de não ficção que dialogam com questões contemporâneas.

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