
Título: A Crise Mundial da Educação
Autor: Philip H. Coombs
Sinopse: A Pedagogia moderna não só é incapaz de descrever o mundo da educação atual, como também de resolver sozinha a crise que se instaurou mundialmente no sistema de ensino. Mas quais seriam as causas dessa crise de amplitude planetária e que carrega em si perigosas potencialidades? Ainda haveria tempo de colocar em ação uma estratégia que impedisse o desajustamento que certamente provocará a ruptura dos sistemas educacionais e, em certos casos, a ruptura da própria sociedade a que pertencem? Esse estudo é realizado sobre as diferentes partes nas quais o autor desmembra o sistema, os elementos formais (cursos oficiais) e informais (atualização profissional, técnica e rural, alfabetização de adultos, etc), a pesquisa tecnológica, os preconceitos acadêmicos, a escassez dos recursos destinados aos programas educacionais. Embora não empenhado numa terapêutica, Philip H. Coombs conta algumas possibilidades para a elaboração de uma estratégia que será eficiente se ''''construída de uma comunhão de objetivos, uma percepção racional e uma força de vontade emanadas diretamente do meio econômico, social e cultural'''' que o sistema de ensino serve.
Contexto da obra
Na área de Educação, obras como esta costumam dialogar de perto com ensino, aprendizagem e prática pedagógica. “A Crise Mundial da Educação”, de Philip H. Coombs, publicado pela editora Perspectiva, em 1986 e com 324 páginas, integra a categoria Livros de Educação. Na prática, isso torna mais clara a utilidade do livro dentro de contextos de ensino, aprendizagem e formação docente.
Editora: Perspectiva
Páginas: 324
Ano: 1986
Edição: 2
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8527304511
ISBN13: 9788527304511
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,310
- Altura (cm): 20,50
- Largura (cm): 11,50
- Espessura (cm): 2,00
Sobre a editora
Os livros da editora Perspectiva costumam oferecer uma experiência de leitura que combina rigor acadêmico e profundidade reflexiva, com foco em temas como filosofia, história, artes e ciências sociais. O catálogo privilegia obras que exploram a cultura, a política e a religião sob perspectivas históricas e críticas, muitas vezes atravessadas por análises detalhadas e linguagem densa, mas acessível. Há um equilíbrio entre textos ensaísticos, estudos históricos e biográficos, e abordagens fenomenológicas ou semióticas, que convidam o leitor a um envolvimento intelectual prolongado. O tom, em geral, é sério e contemplativo, com ritmo que privilegia a reflexão mais do que a narrativa rápida.
