
Título: A Cultura Digital
Autor: Rogério da Costa
Sinopse: Uma mutação profunda nas formas de comunicação está em curso. Ela é parte da revolução digital que vivemos há mais de uma década. A participação do público em programas de televisão, por telefone, fax ou internet, a TV digital interativa, a evolução dos agentes inteligentes, a multiplicação de comunidades virtuais de todo tipo e a epidemia dos sem-fio são fatos marcantes dessa nova cultura. Uma cultura que cresce sob o signo da interconexão (entre máquinas) e da inter-relação (entre pessoas) em escala planetária. Este livro aborda as características mais importantes de tal fenômeno, que se renova com velocidade estonteante. E revela, em especial, como funcionam os artifícios extremamente sofisticados para captar a atenção das pessoas e orientá-las na confusão que essa própria cultura criou.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A Cultura Digital”, de Rogério da Costa, publicado pela editora Publifolha, em 2002 e com 96 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Publifolha
Páginas: 96
Ano: 2002
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13: 9788574023854
Sobre a editora
Os livros da editora PUBLIFOLHA oferecem uma experiência de leitura que combina rigor informativo e acessibilidade, transitando entre obras densas, como manuais técnicos e históricos, e propostas mais visuais e interativas, como edições pop-up e guias ilustrados. O catálogo sugere uma predileção por temas que abrangem desde a história política e cultural do Brasil até guias de viagem, saúde, ciências exatas e artes. Em muitos títulos, o tom é didático e explicativo, com textos que equilibram profundidade e clareza, favorecendo leitores que buscam conhecimento estruturado, mas sem abrir mão de uma linguagem direta. Há também espaço para narrativas literárias e romances ambientados em contextos históricos, que trazem um ritmo mais contemplativo e personagens complexos.
